Seu time funciona
sem você?
Deveria.
Desenvolvemos líderes que habilitam times. Ciência dos times, design de experiência e aplicação no problema real da sua organização.
+5.000 profissionais transformados em mais de 100 empresas em todo o Brasil
Criamos experiências que fortalecem líderes que habilitam times
Ciência dos times,
não fórmula pronta.
Partimos de team science — o mesmo corpo de pesquisa estudado em laboratórios de alta performance. Focamos onde realmente importa.
Experiência que vira memória,
não palestra que evapora.
Design de experiência aplicado ao aprendizado: vivências lúdicas e imersivas. Destaque em conferências globais como o TEDx.
O treino acontece
no problema real do time.
Nada de case de escola de negócios. O time aplica as ferramentas nos próprios desafios, no mesmo dia — em cenários reais.
Combinamos Design de Experiência com os conteúdos mais relevantes do mundo corporativo.
Aplicamos o design de experiência em processos de treinamento que transformam líderes habilitadores.
O escopo muda. A missão é a mesma: habilitar.
Dois programas: quem lidera pessoas no dia a dia, e quem lidera líderes, áreas e estratégia.
Liderança que habilita o time
Para quem lidera pessoas e o dia a dia. Criar as condições para o time decidir, executar e se corrigir sozinho.
- Feedback e conversas difíceis
- Liderança como coaching e carreira
- Inteligência emocional do líder
- Segurança psicológica
- Comunicação assertiva e alinhamento
- Gestão de objetivos e prioridades
- Produtividade sustentável
- Gestão de projetos do time
Liderança que habilita a organização
Para quem lidera outros líderes, áreas e a estratégia. Construir as estruturas que fazem a empresa operar com autonomia.
- Pipeline de liderança: liderar líderes
- Decisão descentralizada
- Cultura de agilidade e mindset ágil
- Organizações que potencializam talentos
- Pensamento estratégico coletivo
- Gestão da mudança e adaptabilidade
- Inovação com diversidade e inclusão
- Pensamento crítico como vantagem
Experiências mais requisitadas
Google, Disney e Grupo Boticário — NPS consistente em Zona de Encantamento.
- Feedback que desenvolve — separar corrigir de descontar a frustração.
- A conversa sem rodeios nem ruptura — dizer o que precisa mantendo a relação.
- Feedback como rotina, não evento — correções contínuas no lugar da bomba anual.
- Receber crítica sem se desmontar — o líder que absorve feedback habilita o time a fazer o mesmo.
- Perguntar em vez de responder — a postura de coach que gera autonomia.
- Delegar para desenvolver — entregar o desafio certo, não se livrar da tarefa.
- Conversas de carreira que retêm — mostrar futuro antes que a pessoa procure fora.
- Apoiar sem assumir o problema — o limite entre desenvolver e resolver pelo outro.
- Autorregulação que o time sente — gerir o próprio estado sob pressão em vez de reprimi-lo.
- Segurança psicológica na prática — como criar (e como destruir) o ambiente em que as pessoas falam sem medo.
- Empatia com exigência — a conversa difícil sem romper a relação.
- Leitura emocional do coletivo — perceber desengajamento antes que vire queda de performance.
- O que destrói segurança sem querer — reações do líder que ensinam o time a calar.
- Errar barato e cedo — transformar o erro em informação, não em culpa.
- Discordar sem medo — a divergência que vira qualidade de decisão.
- Ler o silêncio — quando "todos concordam" é, na verdade, ninguém falando.
- Clareza que dispensa intermediário — o time age sem voltar para perguntar.
- Contexto antes da tarefa — dizer o porquê, não só o quê, para gerar boa decisão.
- Assertividade sem aspereza — ser direto e respeitoso ao mesmo tempo.
- Alinhar prioridade, não só informação — combater o ruído de que tudo é urgente.
- Poucos objetivos, muito foco — a coragem de cortar o que não é prioridade.
- Objetivo que orienta decisão — meta que o time usa para escolher, não só para ser cobrado.
- A lista do que não fazer — proteger o foco definindo as não-prioridades.
- Da tarefa ao resultado — cobrar impacto, não cumprimento de atividade.
- Ocupado não é produtivo — distinguir movimento de resultado.
- Proteger o foco do time — reduzir interrupções, reuniões e multitarefa.
- O fim do heroísmo — quando a hora extra é sintoma, não solução.
- Energia como recurso de gestão — ritmo que entrega hoje sem quebrar amanhã.
- Dono claro, não comitê — quem responde por cada entrega.
- Decisão onde está a informação — destravar sem subir tudo para o líder.
- Status que informa, não que acalma — reuniões mais curtas e úteis.
- Método a serviço do time — usar a metodologia certa sem virar burocracia.
- Parar de fazer para multiplicar — a transição que trava a maioria dos líderes.
- Desenvolver líderes, não tarefas — subir o nível do que se cobra.
- Sucessão como rotina — formar quem te substitui antes de precisar.
- Soltar o controle sem perder o rumo — confiar decisão mantendo a direção.
- Limites claros, autonomia real — o espaço dentro do qual cada um decide.
- Decidir perto da informação — quem está no problema decide o problema.
- Critério no lugar de aprovação — trocar o "pede pro chefe" por princípios claros.
- Autonomia com responsabilidade — errar dentro do combinado, não no vale-tudo.
- Mentalidade antes do método — por que o ritual ágil falha sem mudança de cultura.
- Aprender rápido, não só correr — agilidade como ciclo de aprendizado.
- Erro como dado, não como falha — a base cultural da experimentação.
- A autonomia que o ágil exige — sem decisão distribuída, não há agilidade.
- O talento sai do líder — onde a retenção realmente se decide.
- Desafio na medida certa — nem tédio, nem sobrecarga: a zona que desenvolve.
- Sistema que floresce talento — estrutura que potencializa em vez de sufocar.
- Reter por capacidade, não contrato — o que segura gente boa de verdade.
- Estratégia que sai do PowerPoint — traduzir direção em decisão do dia a dia.
- Pensar o jogo, não só a jogada — desenvolver visão de longo prazo no time.
- Estratégia como capacidade distribuída — todos entendem o porquê e decidem alinhados.
- Do plano anual à direção viva — ajustar a rota sem perder o norte.
- Resistência como informação — ouvir o que ela está sinalizando.
- Mudar com as pessoas, não nelas — voz e sentido geram adesão real.
- Adaptabilidade como músculo — capacidade de mudar sempre, não só desta vez.
- Liderar a incerteza sem paralisar — conduzir quando não há resposta pronta.
- Questionar a premissa, não a pessoa — divergir para melhorar a decisão.
- Fato, achismo e viés — separar o que se sabe do que se supõe.
- O perigo do consenso rápido — quando concordar cedo demais custa caro.
- Pensar sem paralisar — pensamento crítico que decide, não que trava.
- Diversidade sem inclusão é estatística — fazer a diferença pesar na decisão.
- O ponto cego do time homogêneo — por que pensar igual erra junto.
- Diferença como motor de inovação — a tensão produtiva entre visões.
- Pertencer para contribuir — as condições em que a voz diferente fala.
A anatomia de um workshop Aldeia
Cinco momentos que transformam aprendizado em ação — no problema real do time.
Um desafio
Apresentamos um ponto de dor ou oportunidade para engajar a todos desde o início.
Abordagem teórica
Atividades interativas para aprofundar o conteúdo e estimular participação ativa — não palestra passiva.
Uma ferramenta poderosa
Para resolver o desafio apresentado e garantir que a habilidade seja desenvolvida.
Experiência prática no contexto real
O time aplica a ferramenta nos seus próprios desafios — não no case da Harvard.
Pós-work
Indicação de livros, podcasts e trocas em comunidade para sustentar o aprendizado.
Nosso NPS consistente em zona de encantamento não é marketing — é o resultado de entregar sempre no mais alto nível. Encantamento para o participante. Satisfação para o contratante.
única no Brasil
Confiamos tanto no que entregamos que colocamos o dinheiro em jogo. Se o NPS cair na zona crítica, o cliente não paga nada — a gente nem envia a NF. Zona de aperfeiçoamento: cobra-se 50%.
Não apenas teoria — veja quem já experimentou essa transformação
Vocês são muito diferentes daquilo que vemos no mercado. A flexibilidade nas dinâmicas e possibilidade de customizar alguns itens com nossa linguagem fez bastante diferença.
A equipe conduziu de forma clara, educada e com excelência as atividades propostas. São o parceiro ideal de clientes exigentes.
Gostaríamos de expressar nosso mais sincero agradecimento a todos os envolvidos nesse evento incrível. A colaboração de cada um foi fundamental para o sucesso da iniciativa.
Qual transformação seus líderes realmente precisam?
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