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Gestão de Projetos: o guia completo para ser gerente de projetos

A área de gestão de projetos está bombando: mais de 56 mil novas vagas estimadas por ano e salários de até R$ 43 mil! Ficou interessante né?

Essa não é uma profissão nova, já vem sendo aplicada há muito tempo. Contudo, com as empresas de tecnologia e os grandes desenvolvimentos que as economias estão tendo, é necessário pessoas capacitadas para coordenar isso tudo.

Então, se você gosta de lidar com pessoas, odeia rotina e gosta de organizar as coisas, acho que ser gerente de projetos é para você.

Vamos entender mais sobre essa profissão? Vamos lá!

Vá direto ao ponto:

 

  1. Gestão de projetos: o que é?
  2. Gerente de projetos: o que faz?
  3. Como a Gestão de Projetos é aplicada nas empresas
  4. Vagas para Gerentes de Projetos
  5. Salários de Gerente de Projetos
  6. Transição de carreira para Gerente de Projetos
  7. Como ser Gerente de Projetos
  8. Como aprender gestão de Projetos
  9. Cursos
  10. Livros
  11. Perfis de Project Manager para você seguir
  12. Eventos de gestão de projetos
  13. Comunidades e grupos

 

Gestão de projeto: o que é?

O que é gestão de projetos

A gestão de projetos é a aplicação de técnicas, conhecimento e habilidades para termos sucesso nos projetos. Assim, sendo responsável por planejar, executar, coordenar e controlar todas as etapas, recursos e pessoas.

De tal forma, precisamos entender o que é um projeto. Para isso, vamos consultar “Bíblia” dos gestores de projeto: o Project Management Body of Knowledge (PMBOK), que é um guia completo e criado pela instituição mais renomada na área, o Project Management Institute (PMI).

Essas duas figuras (PMBOK e PMI) irão aparecer bastante nesse texto. Afinal, são peças-chaves em uma boa gestão de projetos.

Certo, o que é um projeto? Segundo o PMBOK é “um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único e exclusivo”. 

Dessa forma, um projeto possui começo, meio e fim. Logo, um gestor de projetos não lida com a rotina de nenhum negócio.

Por isso, não vemos ver gestor de projeto lidando, por exemplo, com rotinas financeiras e administrativas dos negócios. Basicamente, a gestão de projetos irá lidar com aquilo que muda a rotina. 

Por exemplo, uma nova unidade de negócios ou implementação de sistema de gestão. Até sua busca por uma nova carreira pode ter aplicação dessa área!

Veja só, segundo o PMBOK as características do projeto são as seguintes:

 

  1. Prazo definido: você tem um tempo que gostaria de um novo emprego, não é? Então check!
  2. Deve ser planejado, executado e controlado: temos que planejar para onde vamos nos candidatar, preparar para entrevista, melhorar o LinkedIn… depois fazer as entrevistas e controlar os e-mails;
  3. Entrega produto/serviço/resultado exclusivo: o resultado exclusivo é o novo emprego;
  4. Envolve uma equipe de profissionais: nesse caso, não necessitamos de uma equipe. Mas podemos envolver consultores, coaches e amigos;
  5. Possui recursos limitados: com certeza isso nós temos. Afinal, tempo, network, experiência, quantidade de vagas e dinheiro para passagem são recursos limitados.

 

O guia PMBOK

Como dito, o PMBOK é o guia mais completo e atualizado na área. Ele é elaborado pela Project Management Institute (PMI), a entidade mais renomada no assunto.

Ademais, é o PMI que certifica profissionais de gestão de projeto (na sigla inglês, PMP). Esse instituto é uma associação internacional na gestão de projetos e portfólio. 

Logo, o guia é fruto da experiência e conhecimento dos maiores gestores no mundo. O PMBOK foi criado em 1996 e é um manual de boas práticas e padrões da área.

Entretanto, ele é constantemente atualizado para se adaptar às demandas das empresas. Afinal, a economia e os negócios estão sempre evoluindo.

O guia é dividido em 10 áreas do conhecimento:

 

  1. Gerenciamento de Integração: unir os diferentes elementos do projeto para que todos trabalhem juntos.
  2. Escopo do projeto: o gerente de projeto precisa garantir que todo o trabalho necessário e somente o trabalho necessário está sendo executado. Podemos chamar isso de “foco”.
  3. Cronograma: planejar e controlar o cronograma é essencial para que o projeto seja feito no prazo.
  4. Custos: essa área envolve as estimativas, orçamentos e controle de custos;
  5. Gestão da qualidade: atividades que buscam garantir que o resultado alcançado satisfaça as necessidades, que é o objetivo de qualquer projeto;
  6. Recursos humanos: aqui estamos falando sobre a gestão e coordenação da equipe;
  7. Comunicações: administrar a comunicação é algo fundamental para todo gestor de projetos. Do contrário, todo mundo fica perdido e o caos é instaurado;
  8. Riscos: todo projeto envolve riscos que devem ser identificados e analisados, estabelecendo um plano de resposta;
  9. Aquisições: planejamento e controle dos processos para compra e aquisições de produtos/serviços;
  10. Stakeholders: qualquer projeto envolve mais do que a empresa. Assim, o gerente de projetos deve lidar com a equipe, diretorias, investidores, sociedade, reguladores etc.

 

Gerente de Projetos: o que faz? Como é seu dia a dia?

O que faz um gerente de projetos

Foto por Unsplash

Segundo Mário Trentim, o gerente de projetos é responsável por planejar, organizar, gerenciar e controlar.

 

  1. Planejar: organizar os processos, ferramentas e técnicas para que junto com a equipe possa ser definido tudo o que será feito, incluindo o escopo, requisitos das entregas, cronograma e estimar o orçamento.
  2. Organizar: mobilizar e gerenciar todos os recursos que serão necessários para execução do projeto. Desde equipes às aquisições.
  3. Gerenciamento: aqui o gerente de projeto é responsável por direcionar e orientar a execução, incluindo avaliação de performance.
  4. Controle: monitorar indicadores, métricas e utilizar técnicas para acompanhar o resultado. Caso seja necessário, fazer os ajustes e controle das mudanças que acontecem no meio do caminho.

 

Por fim, o project manager também tem que fazer o encerramento do projeto. Essa etapa demanda do gestor a compilação das lições aprendidas, transição do produto/serviços, treinamentos e os encerramentos de contratos.

Ademais, essa é uma profissão que fará você ter contato com todo mundo da empresa e de diversas áreas. Pois você terá que coordenar todas as partes do projeto, desde engenharia, programação a finanças e marketing.

Aliás, o gerente de projeto pode fazer muita coisa. Nesse sentido, a gestão de projetos é uma habilidade que pode ser aplicada em qualquer profissão.

Por isso, saber gerenciar projetos é algo cada vez mais procurado. Uma vez que é crucial para todos os negócios atingirem melhores resultados.

Logo, o project manager precisa saber combinar as habilidades de gestão, a técnica e as soft skills.

 

Onde o gerente de projetos atua?

Você já deve ter visto em algumas vagas o uso dos nomes coordenador de projetos, líder de projetos e gerente de projetos. Mas será que tem diferença entre eles?

Segundo o Andriele Ribeiro, a resposta é não. Ele cita até um exemplo do motivo da empresa utilizar um nome ou outro: “trabalhei em uma empresa que preferiam chamar de líder de projeto para não confundir a posição com o gerente funcional da área”.

Isso é bem comum em startups e empresas de tecnologias. Contudo as atribuições entre as nomenclaturas variam pouco.

De toda maneira, veremos gestores de projetos em todas as companhias, de vários tamanhos. Por exemplo:

 

  • Tecnologia;
  • Instituições financeiras;
  • Órgãos governamentais;
  • Indústria e agrícola;
  • Empresas de tecnologia e startups; etc.

 

Rotina do gerente de projetos

Não há uma rotina para o gerente de projetos. Afinal, cada dia terá algum problema ou alguma coisa que irá mudar totalmente o seu plano.

Logo, é uma ótima profissão para quem odeia algo repetitivo e gosta de lidar com pessoas. Ademais, é um cargo que muito provavelmente irá precisar de várias viagens no mês.

Veja abaixo como pode ser o seu dia a dia. As atividades foram inspiradas no relato de Spencer Hobbs, sênior Project Manager na Network Rail.

Rotina de um gerente de projetos

Aliás, como Adrian Neumeyer comenta, seu dia é cheio de reuniões, muitas vezes uma atrás da outra. E você terá que ser capaz de extrair valor delas e evitar aquelas reuniões improdutivas.

 

Como a Gestão de Projetos é aplicada nas empresas

Como é aplicado a gestão de projetos nas empresas

Foto por Unsplash

A gestão de projetos é aplicada seguindo o que é chamado de “ciclo de vida do projeto”. Esse ciclo é aplicável a qualquer tipo de projeto:

 

  1. Iniciação: recolher os requisitos de qualidade, tempo e custo e criar as documentações iniciais e colher aprovações;
  2. Planejamento: desenvolver cronogramas, estimativas de orçamento, Estrutura Analítica do Projeto (EAP), gerenciamento de riscos, comunicações e mais.
  3. Execução: mão na massa! E nessa hora também que vai acontecer os problemas e as mudanças.
  4. Monitoramento e controle: isso acontece junto à execução, onde você monitora o trabalho, indicadores, orçamento etc. Quando há alguma divergência ou mudança a ser feita, fica a seu cargo tomar as providências.
  5. Encerramento: ao fim dos projetos você precisará criar um registro de lições aprendidas para melhorar nos próximos, apresentar relatórios e fazer o encerramento de contratos.

 

Contudo, Mário alerta: “as técnicas e software de gestão de projetos é para o gerente de projetos. Sua empresa está preocupada com resultados”.

Isto é, os negócios criam projetos para resolver ou criar alguma coisa, seja um novo produto, substituição de maquinário, construções, entre outros. 

E você como coordenador de tudo deverá entregar dentro do prazo, no orçamento estipulado e atendendo todos os requisitos.

 

A metodologia ágil

Algo que está cada vez mais sendo requisitado dos gerentes de projetos é conhecimento de metodologia ágil. Isso porque temos que entregar mais em menos tempo.

Assim, essa abordagem é o uso de um conjunto de técnicas para acelerar os projetos. Para isso, objetiva integrar a comunicação entre equipes para otimizar os processos.

Ademais, há várias metodologias. Cada empresa pode optar por uma ou mesmo deixar a sua escolha.

Entre as principais temos:

 

  • Scrum: baseada nas “sprints” que em semanas visa ter um produto/serviço finalizado.
  • Lean: foco no processo de construção, medição e aprendizado;
  • Kanban: representação visual do que está sendo desenvolvimento, de modo a evitar os gargalos e atrasos;
  • SMART: essa é uma técnica para criar projetos realistas e realizáveis. A sigla significa “específica, mensurável, atingível, relevante e possuir prazo definido”.
  • Feature Driven-Development (FDR): comum em startups, essa é um método focado em desenvolver produtos por funcionalidades. Assim, tem duas etapas, o planejamento e a construção.

 

Vagas para Gerente de Projetos: Precisa-se de profissionais capacitados

Crescimento de vagas para gerente de projetos

O PMI estima que até 2027 teremos mais de 22 milhões de novas vagas para gerente de projeto. No mesmo período, o instituto afirma que as empresas irão necessitar de 88 milhões de pessoas em posições orientadas à gestão de projetos.

Nessa estimativa, que leva em consideração 11 países, o Brasil também está incluído. Por aqui, serão 2,4 milhões de novas oportunidades.

Aliás, segundo o estudo do PMI, a escassez de gerente de projetos poderá causar prejuízos de US$ 208 bilhões (isso é dólares, em reais dá trilhão)! Olha só a importância que esse profissional possui nas empresas.

Enquanto isso, os projetos são estimados a contribuir com US $20,2 trilhões para economia global. Assim, as indústrias que mais precisam de profissionais:

 

  • Indústria e construção: 9,7 milhões;
  • Tecnologia da Informação: 5,5 milhões;
  • Finanças e Seguros: 4,6 milhões;
  • Gestão e serviços profissionais: 1,7 milhões;
  • Infraestrutura: 279 mil;
  • Petróleo e gás: 49 mil.

 

Ademais, há bastantes contratações por projeto. Por conta da pandemia, esse modelo foi bastante utilizado.

De fato, caiu no gosto das empresas. Segundo a Robert Half, de quem contratou por projeto durante a pandemia, 50% afirma que irá ampliar o uso do modelo em 2021.

“Trabalhar como especialista em projetos aumenta a empregabilidade, ganhando experiência e conhecimento” – Robert Half

Por isso, não deixe de se especializar. Confira nossa plataforma SPTF, onde temos as melhores oportunidades do mercado, selecionadas especialmente para você.

Vagas nas melhores empresas da Nova Economia

 

Salários de Gerente de Projetos: Quanto ganha um profissional em 2021

Salários de gerente de projetos

Com um crescimento anual de quase 57 mil novas vagas, os salários também são bem atrativos. Veja os valores segundo a Glassdoor:

 

  • Salários de gerente de projetos junior: R$ 9 mil
  • Salários de gerente de projetos pleno: R$ 13 mil
  • Salários de gerente de projetos pleno: R$ 20 mil

 

Enquanto isso, a Robert Half em seu guia salarial 2021 indica salários de R$ 11.100 a R$ 43.050.

Ou seja, é uma posição cada vez mais necessária e muito bem remunerada. Conforme o PMI, em geral os gerentes de projetos recebem 82% a mais que funções que não são orientadas a projeto.

E se tiver uma certificação PMP, seu salário será 20% acima dos demais project manager. Ah, não vamos esquecer que as empresas investem cerca de 20% do PIB mundial (aproximadamente US $12 trilhões) em atividades relacionadas a gestão de projetos.

Nesse sentido, apesar da pandemia ter colocado um pause em um crescimento mais acelerado, as perspectivas são positivas. Como dito, milhões de novas vagas serão criadas.

Contudo, cada vez menos temos profissionais com certificações e especialização em gestão de projetos. Por isso, se eu fosse você não ficaria de fora.

 

Transição de carreira para gestão de projetos

Carreira como gerente de projetos

Foto por Unsplash

Em geral, os gerentes de projetos são pessoas que galgaram uma longa trajetória dentro de uma carreira. Assim, depois de muita experiência investiram em gerenciar projetos da área.

Por exemplo, o Mário Trentim que depois de anos de experiência na área de engenharia, que é bastante orientada a projetos, decidiu investir na gestão de projetos.

Hoje, atua como consultor em gestão e implementação de escritórios de projetos. Além de estar nos comitês globais do PMI.

Nesse sentido, se você está pensando se vale a pena investir na carreira de gestão de projetos, com certeza vale a pena!

Para tanto, você nem precisa realmente mudar de carreira. Isso porque se sua área é orientada a projetos e não processos, você pode sim se tornar um Project Manager.

O que acontece é um processo de amadurecimento no profissional. Assim, conforme você ganha experiência, qualifica-se e busca desafios, você chegará nessa posição.

É importante notar que o gerente de projetos precisa ser uma pessoa com experiência na área. Afinal, você será o responsável último pelo projeto.

Por isso mudar para gestão de projetos não é a mesma coisa que sair de finanças para o marketing. Afinal, como você vai gerenciar projetos de marketing se não tem experiência?

Ademais, Andriele tem um episódio do podcast que mostra como ele saiu de programador para gestor de projeto. Você pode conhecer a história aqui

De todo modo, veja abaixo como você pode se tornar um gerente de projetos!

 

Como ser Gerente de Projetos 

1. Capacitação

O PMI define que o conjunto ideal de habilidades de um gerente projetos é composto por:

 

  • Conhecimento técnico de gestão de projeto
  • Liderança
  • Gestão de negócios e estratégia
  • Habilidades digitais

 

Nesse sentido, Robson Camargo diz que o melhor caminho é um curso de gestão de projetos. Pois ajudam a esclarecer os conceitos básicos e fundamentais para aprofundamento do aprendizado.

Basicamente, um bom curso lhe dará uma fundação sólida, que sem ela será mais difícil adquirir as habilidades mais avançadas.

 

2. Prática

Mario Trentim diz que “os pequenos projetos são aqueles que nos ajudam a absorver o conhecimento”. Por exemplo os projetos de DIY, voluntariado (como a festa junina da ong), eventos pessoais/familiares.

Então, para ganhar experiência e aplicar seu conhecimento é preciso fazer projetos! Mario afirma: “se você não tem capacidade de gerenciar pequenos projetos, você nunca vai ter capacidade de gerenciar grandes projetos”.

Ademais, Andriele dá uma dica que pode ser interessante, antes de buscar vagas de gerente, busque por oportunidades de analista de projetos. 

Esse analista, em geral, fica responsável por apoiar o gerente e cuidar de atividades documentais e administrativas. Assim, é uma ótima forma de você adquirir experiência para alcançar o tão sonhado cargo de gerente de projetos.

 

3. Especialização

Por fim, para alçar voos maiores será necessário especialização. Seja uma pós-graduação ou MBA em gestão de projetos.

Ademais, essas especializações são ótimos meios de networking. Além de turbinar seu currículo.

O networking precisa ser algo que esteja na sua lista de tarefas também. Ter boas conexões te ajuda a conseguir melhores oportunidades e até a atingir os resultados dos projetos.

 

Como aprender Gestão de Projetos

Como aprender gestão de projetos

Foto por Unsplash

Aprender gestão de projetos não é possível através de um só caminho. Assim, é necessário se apoiar em cursos, especializações, livros, vídeos, workshops e o que mais estiver disponível.

Lembrando que grande parte do seu trabalho é lidar com pessoas. Logo, estudar sobre o comportamento humano também poderá te ajudar a ser um gerente melhor.

A comunicação é, sem dúvidas, a principal habilidade do gerente de projetos. “Tudo envolve comunicação […] você precisa ser um bom comunicador”, comenta Andriele.

De toda forma, é preciso aprender:

 

  • Conceitos de planejamento;
  • Estrutura analítica de projeto (EAP);
  • Gestão de conflitos;
  • Criação e controle de cronogramas;
  • Gestão de contratos;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Análise crítica de indicadores;
  • Montagem e coordenação de equipe;
  • Liderança e comunicação;
  • Ferramentas de produtividade (como o Microsoft Project);
  • Entendimento do guia PMBOK.

 

Além dos conhecimentos específicos de cada área. Por exemplo, um gerente de projetos de construção precisará aprender coisas que o gerente na área de finanças não precisa, e vice-versa.

 

Cursos de Gestão de Projetos

Aprender algo da forma certa e rápida é apenas possível com cursos. Dessa forma, encontrar um ótimo treinamento, seja presencial ou online, é fundamental.

Como dito anteriormente, o curso te dará a base, pois sem essa base você não conseguirá se aprofundar na área.

Também é importante conhecer bem a sua área de atuação. Digamos que você trabalhe em uma startup e lida com os projetos de novos produtos.

Assim, cursos de UX Writing ou UI Design podem ser ótimos para você. Não que você vá criar interfaces, mas entender as melhores práticas é essencial para criar projetos mais ágeis e que entreguem resultados.

Contudo, para começar na área é essencial o curso específico sobre gestão de projetos. Para depois se especializar com os cursos que você encontra aqui na Aldeia!

Conforme você tem experiência em projetos, você até poderá aplicar para a certificação PMP. Essa é uma certificação mundialmente reconhecida.

Assim, se você quer trabalhar em empresas mundiais e até fazer projetos em outros países, essa é uma certificação que você precisa ter.

 

Livros de Gestão de projetos

Livros de Gestão de Projetos

Foto por Rawpixel

Ler livros é uma ótima forma de adquirir um conhecimento profundo. Como gerente de projetos a leitura de novas técnicas, boas práticas e outros conceitos precisa ser uma atividade diária.

 

1. SCRUM: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade de tempo – Jeff & JJ Sutherland

Com certeza o livro do Scrum é necessário para todo profissional que queira gerenciar projetos. Ademais, SCRUM é um livro que se você trabalha em empresa de tecnologia você precisa ler sem falta.

Afinal, a técnica é usada por muitas das empresas. E se a sua não utiliza, seja você quem irá implementar — certeza de que seus chefes irão te agradecer por isso.

 

2. Sprint: O método usado no google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias – Jake Knapp

Outra metodologia muito utilizada é o Sprint. Essa técnica ajuda as empresas a testar e validar ideias em pouquíssimo tempo.

Lembrando que o sprint faz parte também do scrum. Então, esse livro e o anterior se complementam.

 

3. Introdução ao gerenciamento de projetos – Eduardo Montes

Esse é um bom livro introdutório para aqueles que nunca tiveram contato com a gestão de projeto.

Eduardo Montes buscou detalhar os 10 passos para gerenciar um projeto. Ele utiliza exemplos e mostra as ferramentas e modelos que você precisa.

 

4. Livros do PMI

Os livros do PMI são as melhores fontes para entender sobre a parte técnica de gestão de projetos. Além de adquirir o PMBOK.

Aliás, o PMBOK será um livro que sempre será referenciado. E ele será um verdadeiro manual, o qual você irá viver voltando nele para tirar alguma dúvida.

Ademais, é importante que você fale inglês. Pois como é uma profissão internacional até os autores brasileiros publicam primeiro em inglês.

Então, sem aprender a língua você ficará desatualizado, o que poderá prejudicar seu desempenho.

 

Perfis de Project Managers famosos que você deve seguir

Para te ajudar a estudar, vou te recomendar aqui 3 profissionais que postam conteúdo regularmente sobre gestão de projetos. São milhares de horas e textos para você aprender.

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Mário trentim

Mário Trentim é sócio e diretor da Trentim Gestão & Tecnologia, uma empresa de consultoria e implementação de projetos. Além disso, é uma grande referência mundial na área.

Publicou 4 livros sobre gestão de projetos, é CEO do PMO Global Alliance (maior comunidade de PMOs do mundo) e faz parte dos comitês globais do PMI.

Assim, ele é uma ótima fonte para você aprender sobre a área. Bem como em seu canal do YouTube você encontra conteúdos diários sobre gestão de projetos e produtividade.

 

Robson Camargo

Consultor, palestrante, autor e instrutor de Gestão de Projetos. Além de possuir seu PMP. Robson Camargo é uma figura altamente gabaritada no ramo.

Ademais, em seu site há muito conteúdo para você aprender mais. Além dos preparatórios para as certificações. 

Seu canal do YouTube não é tão ativo quanto o de Trentim, mas ainda assim possui muito conteúdo por lá.

 

Andriele Ribeiro

Andriele Ribeiro trabalha com gestão de projetos desde 2001. Com sua ampla bagagem e certificações, hoje se dedica a ajudar outros profissionais a se certificar.

Por isso, seu canal do YouTube tem horas e horas de conteúdo para você se aperfeiçoar. Seu conteúdo é bastante voltado a te ajudar a conquistar as certificações da área.

 

Eventos de Gestão de Projeto: não perca esses

Eventos de gestão de projetos

Foto por Rawpixel

No Brasil está confirmado, por enquanto, apenas o Congresso Brasileiro de Gestão, Projetos e Liderança — que neste ano o congresso irá acontecer em Vitória, ES.

Enquanto isso, você poderá aproveitar os diversos seminários online do PMI, que acontecerão em:

 

  1. 22 a 25 de fevereiro
  2. 22 a 25 de março
  3. 5 a 8 de abril
  4. 19 a 20 de abril
  5. 17 a 20 de maio

 

Há outros eventos internacionais e online, como:

 

  1. Happy Projects, 27 de maio;
  2. Global Connect, 8 a 11 de junho
  3. Agile 2021, 19 a 22 de julho
  4. Digital PM Summit, 25 a 27 de outubro
  5. Project Management Symposium, 22 e 23 de abril

 

Comunidades e grupos de Gestão de Projetos: quais as principais?

Interagir com outros profissionais de gestão de projeto é fundamental para trocar experiências. Por isso, confira os principais grupos para você participar:

 

 

Enfim, vemos aqui que a carreira de gerente de projetos tem um futuro promissor, com milhões de vagas sendo abertas. Além de ser uma área com muitas possibilidades de atuações.

Ademais, é uma profissão para aqueles que gostam de gestão, liderar pessoas e não ter uma rotina. Apesar das grandes responsabilidades, os salários também são bem altos, podendo chegar a mais de 40 mil reais.

E você, está pronto para encarar sua nova jornada? 

Cursos da Nova Economia é na Aldeia

Facebook Ads: o guia completo para aprender sobre anúncios no Facebook

A plataforma do Facebook Ads é uma das maiores ferramentas de anúncios digitais atualmente. Só ela gera mais de US$ 84 bilhões de receita para o Facebook. 

Ou seja, as empresas estão dispostas a investir muito nessa rede social. E esse investimento precisa ser gerenciado por um profissional de mídia de performance ou gestor de tráfego.

Além disso, os anúncios digitais só tendem a crescer esse ano. Nos últimos estudos, é previsto mais de US$ 320 bilhões de receita em anúncios em 2021.

Portanto, esse é o melhor momento para você iniciar sua carreira nesse mercado de tráfego pago. Continue comigo que vou te mostrar tudo que você precisa saber sobre os anúncios no Facebook!

 

Vá direto ao ponto:

 

 

Gestão de tráfego pago: o que é?

O que é facebook ads

Foto por unsplash

Quando falamos de Facebook Ads, estamos também falando de gestão de tráfego. Nesse sentido, gerir o tráfego é criar interesse no usuário para que ele acesse seu site, loja, aplicativo etc.

Para lojas físicas, o tráfego é representado pela quantidade de pessoas que passam na frente do estabelecimento e as que entram.

Na internet, há dois tipos de tráfego: orgânico e pago. O orgânico é quando a pessoa acessa por livre espontânea vontade, ou seja, você não precisou pagar por aquele clique.

Enquanto isso, o tráfego pago é os anúncios, as propagandas, por exemplo:

 

  • Os anúncios antes dos vídeos no Youtube;
  • Posts patrocinados do Facebook que aparecem em sua timeline;
  • Storie patrocinado que aparece quando estamos avançando entre os stories de quem seguimos; etc.

 

Nesse sentido, segundo Ricardo Tatagiba, especialista em Marketing Digital, o tráfego pago gera resultados muito mais rapidamente, pois ao anunciar o negócio é visto “automaticamente”.

“E com isso pode começar a coletar resultados imediatamente! Mas isso também depende de uma boa estratégia, do contrário poderá estar jogando dinheiro fora! Essa é a importância de ter ou ser um bom gestor de tráfego”, complementa Ricardo.

É aí que você entra! As empresas precisam de pessoas que dominem anúncios, como no Facebook Ads, para fazer o investimento delas trazer retorno (gerar visitas e mais vendas).

Assim, Facebook Ads é a plataforma de anúncios dentro do Facebook e Instagram. Há diversas outras, como Google Adwords, Waze Ads, Youtube Ads, etc.

Contudo, o Facebook Ads se tornou um dos principais canais para anunciantes. 

 

Facebook Ads: 10 estatísticas que mostram o poder do Facebook Ads

10 estatísticas sobre o poder do Facebook

Para termos noção do porquê o Facebook é a principal plataforma, basta olhar para algumas estatísticas do negócio.

 

  1. São 2,6 bilhões de usuários ativos todos os meses, o que representa um terço de toda a população mundial
  2. Facebook é acessado por 60,6% dos usuários da internet;
  3. Usuários gastam em média 58,5 minutos na plataforma todos os dias;
  4. Cerca de 200 milhões de empresas usam o Facebook Business;
  5. 86% dos profissionais de marketing preferem anunciar no Facebook;
  6. 60% dos consumidores descobrem novos produtos ou serviços através da plataforma;
  7. 61% dos brasileiros buscam informação nas redes sociais antes de finalizar uma compra;
  8. 75% acompanham as postagens das marcas para não perderem descontos e promoções;
  9. 87% dos brasileiros preferem fazer negócios com empresas que é possível conversar pela rede;
  10. Só com anúncios o Facebook faturou mais de US$ 84 bilhões em 2020.

 

Os tipos de anúncios no Facebook

Para você ter sucesso em anúncios no Facebook é necessária uma boa estratégia. Assim, é preciso entender os diferentes formatos de anúncios que existem, afinal cada um é melhor para certos objetivos.

O primeiro e mais comum é o Feed de imagem única:

Exemplo de Facebook Ads da Adobe

Exemplo de anúncio de feed estático da Adobe

Parecido com o feed, temos o vídeo único:

Exemplo de anúncio em vídeo no Facebook

Crédito: Jamie

 

Uma nova opção é o canvas:

Exemplo de Facebook Ads em Canva

Crédito: Instapage

Esse tipo de anúncio é parecido com o feed. Contudo, quando você clica nele, a imagem abre para cobrir a tela toda. 

Assim, é combinado, vídeos, fotos, GIFs e botões de ações para criar uma experiência única.

Há também o carrossel, também bastante comum no Instagram:

Exemplo de Facebook Ads em Carrosel

Crédito: Jamie

Enfim, cada tipo de anúncio no Facebook serve para um objetivo de campanha. Assim, um gestor de tráfego terá que ser capaz de estabelecer qual será a melhor opção para os objetivos da empresa.

 

Gestor de Facebook Ads: o que faz? Como é seu dia a dia? 

Responsabilidades do gestor de tráfego

Segundo Ricardo Tatagiba: 

“Um gestor de tráfego ou Media Buyer é o profissional responsável por gerir e administrar uma verba mensal determinada pela empresa para ser investida na compra de espaço publicitário em plataformas que possuem um alto tráfego”.

Assim, o Media Buyer irá administrar diferentes ferramentas, sendo uma das principais o Facebook Ads.

Porém o gestor também deve saber analisar dados e desenvolver as melhores estratégias de anúncio para uma campanha. 

Em empresas menores, é comum que o Media Buyer também seja encarregado de montar estratégias de marketing, copywriting e páginas de vendas. 

Mas quanto maior e mais complexo for o negócio, mais pessoas são envolvidas e cada uma cuida de uma área específica. 

Portanto, é responsabilidade do gestor de tráfego:

 

  • Definir, junto com os diretores de Marketing, o orçamento das campanhas;
  • Validar projeções e analisar resultados periodicamente;
  • Criar e apresentar relatórios das campanhas;
  • Solicitar materiais extras para os anúncios;
  • Acompanhar indicadores;
  • Definir melhores estratégias de alocação do orçamento em anúncios.

 

A rotina do gestor de tráfego

Segundo a empresa Marketing com Digital, a rotina de seus gestores de tráfego possui as seguintes atividades:

 

  1. Acompanhamento diário de taxas de conversão, custo por clique e custo por lead;
  2. Criação de relatórios diários;
  3. Identificação dos temas de maior engajamento e conversão;
  4. Criar e gerenciar campanhas na plataforma;
  5. Acompanhamento de métricas, como taxa de cliques;
  6. Criar URLs customizadas para fazer o tracking (acompanhamento) preciso da origem de vendas;
  7. Gerar histórico de performance mensal, semestral e anual;

 

Ademais, Lucas Souza, Media Buyer e co-fundador do Grupo Levelspot, destaca que acompanhar os resultados deve ser um mantra diário. 

Da mesma forma, Lucas alerta que os gestores precisam estar atentos às mudanças de comportamento dos consumidores. Afinal, os meios de comunicação e a forma de consumo de conteúdo muda com o tempo.

Por isso temos que devemos acompanhar essas tendências para “garantir que marcas e produtos mantenham uma forte presença no mercado”, complementa Lucas Souza.

 

Como o Facebook Ads é empregado nas empresas

Como é aplicado o tráfego pago

O grande potencial do Facebook Ads está na sua capacidade de alcançar muitas pessoas com alta precisão de segmentação, mas para isso precisa de pesquisa e objetivos claros.

Ademais, os anúncios são uma parte da estratégia de Marketing da empresa. Ou seja, o gestor de tráfego não costuma ser a pessoa que desenvolve o Marketing, mas sim executa o plano de ação de anúncios.

Por isso, não é comum vermos nas atribuições do profissional de mídia a criação de copys e criativo (imagens, vídeos, etc).

De tal modo, o anúncio em Facebook Ads passa por 4 etapas essenciais, conforme explica Lucas Souza:

 

  1. Estudo de persona: para criar campanhas eficientes você precisará conhecer quem o anúncio busca atingir. Assim, é necessário um conhecimento profundo sobre os atuais clientes e os objetivos da empresa.
  2. Concorrência: também é necessário estudar as campanhas dos concorrentes. Você pode tirar grandes insights disso e ainda descobrir coisas que funcionam melhor sem ter que fazer tantos testes (basicamente um atalho!).
  3. Orçamento e escassez: gerar orçamentos que objetivem tirar o máximo de retorno sobre cada real gasto. Aqui também entra a questão de objetivos, afinal temos que ter foco, pois os recursos são escassos.
  4. Tracking e otimização: por fim, é fundamental acompanhar os resultados e, analisando os dados, otimizar as campanhas para ter ainda mais retorno sobre cada real gasto. Essa etapa é uma tarefa essencial e que precisa ser diária para todo gestor de tráfego.

 

Remarketing com Facebook Ads

Ademais, há as campanhas também de remarketing que são essenciais para os negócios. Remarketing são anúncios relacionados a uma pesquisa ou acesso anterior do usuário.

Por exemplo, você entrou no site da Americanas, pesquisou um produto, mas não comprou. Depois, você entra no seu Facebook e lá vai estar a empresa te anunciando aquele produto ou similares para você. Isso é remarketing.

Claudio Neto, gestor de Marketing Digital na CMNDigital, resume o porque disso ser tão importante:

“Um dos principais benefícios do remarketing é que ele mostra a mensagem certa, para as pessoas certas, no momento certo”.

 

Vagas para Gestor de Tráfego: Precisa-se de profissionais capacitados

Os investimentos em Facebook Ads e marketing digital em geral estão em grande ascensão. De fato, o GroupM, holding de comunicação britânica, aponta que 60% da receita global de anúncios deve ficar na internet em 2021.

Nesse sentido, o Ad Age, principal veículo de marketing e publicidade do mundo, projeta que a publicidade terá investimento recorde de US$ 651 bilhões.

Ou seja, os anúncios na internet terão cerca de US$ 390,6 bilhões em investimento neste ano.

Além disso, vemos o enorme crescimento que o Facebook Ads está tendo. Segundo a Statistica, em 2020 a empresa atingiu mais de US$ 84 bilhões de receitas com anúncio:

Receita de anúncios Facebook Ads

Ainda segundo a Statistica, vemos um aumento de quase 43% no número de anunciantes ativos comparando o terceiro trimestre de 2020 e 2019. Isso em um ano complicado para todos os negócios por conta da pandemia.

Número de anunciantes no facebook Ads

“As pessoas estão cada vez mais conectadas. O marketing digital já supera 50% dos investimentos em campanhas por ser mais assertivo” – Thiago Cavalcante, diretor da Adaction e da Inflr.

De tal modo, uma pesquisa da Mlabs sobre as perspectivas para 2021 do marketing digital, descobriu que os 3 principais canais que irão receber mais investimentos será tudo do grupo do Facebook:

Top 3 investimentos canais de divulgação

Ou seja, o Facebook Ads (que também se aplica ao Instagram) domina as intenções de mercado. Dessa forma, esse é o melhor momento para você se especializar nessa plataforma e começar sua carreira, não acha?

Falando em termos gerais, a Mlabs constatou que o investimento em anúncios em redes sociais irá crescer 77%. Enquanto apenas 17% irá manter o patamar de antes.

Principais estratégias de marketing digital para 2021

Assim, a necessidade de pessoas capacitadas em Facebook Ads é cada vez mais latente. Como disse, é o melhor momento para profissionais capacitados conseguirem a vaga que tanto desejam.

Quer aproveitar o momento para conhecer as oportunidades? Então, conheça a Plataforma SPTF, onde nós da Aldeia selecionamos as melhores vagas da Nova Economia.

Vagas nas empresas da Nova Economia

Salários de Gestor de Tráfego: Quanto ganha um profissional em 2021

Quando falamos de salários, a carreira em gestão de tráfego é bem interessante. Podendo chegar a R$ 10 mil mensais, ou mais dependendo do tamanho da empresa. Veja a média de salário, de acordo com os dados da Glassdoor:

 

  • Salário de estagiário gestor de tráfego: salário-mínimo;
  • Salário de gestor de tráfego júnior: R$ 2.500 a R$ 4.000
  • Salário de gestor de tráfego pleno: R$ 4.500 a R$ 6.000
  • Salário de gestor de tráfego sênior: R$ 6.000 a R$ 10.000

 

Salário de profissional em facebook ads

Ademais, o gestor de tráfego também pode atuar como freelancer/PJ. Assim, em vez de atuar para uma empresa só, você estará gerenciando contas de diferentes negócios.

Esse é um caminho mais complexo, pois além da sua função, você também terá que lidar com o atendimento, prospecção de clientes e demais rotinas de um negócio.

Contudo, os ganhos podem ser maiores que um gestor de Facebook Ads na CLT. Nesse sentido, Luciano Larrosa, especialista em Facebook Ads, diz que um gestor de tráfego experiente pode chegar a cobrar mais de R$ 20 mil por cliente.

 

Principais profissionais que se tornaram Gestor de Tráfego

Está em um caminho, mas deseja migrar para gestão de tráfego e atuar com Facebook Ads? Saiba que é totalmente possível a mudança.

De fato, há vagas aqui na nossa Plataforma SPTF que pedem uma ampla gama de formação. Há engenheiros, jornalistas, administradores, matemáticos, estatísticos e muito mais.

Lembrando que essa carreira não é focada na criação de campanhas de marketing, no sentido de pensar no design, na oferta, na copy. Seu foco é em administrar o investimento e gerar resultados com base em dados.

Quer exemplos de transição? Vamos lá!

Luciano Larrosa teve seu início na carreira de jornalismo. Formado em Comunicação Social em 2009, até 2013 teve seu foco no trabalho freelance, chegando a publicar um livro sobre o tema, e no jornalismo.

Somente em 2013 que Luciano realmente focou no mercado de Facebook Ads. Atualmente, é uma das grandes referências sobre o assunto, tendo um livro chamado “Facebook para Negócios”.

Ademais, Pedro Sobral é um dos grandes gestores de tráfego, tendo gerenciando investimentos de milhões de reais. Hoje atua com grandes players como Mairo Vergara e Erico Rocha.

Mas seu começo foi bem longe da publicidade. Na realidade, ele chegou a cursar engenharia civil na federal do Rio Grande. 

Não chegou a completar a formação, pois Mairo, que é seu irmão, o convenceu a se juntar no seu projeto com os cursos de inglês online.

Portanto, não importa se você está um caminho distante da área de anúncios. Se você tiver disciplina e perseverança para estudar, testar, aprender com os erros e melhorar, você conseguirá ser um grande gestor de tráfego também.

Por isso, lembre-se de todos os dados que te mostrei agora pouco. Pois esse é o melhor momento para você investir nessa carreira!

 

Como ser um Gestor de Tráfego

As habilidades do gestor de tráfego

Antes de mais nada, para ser um bom gestor de tráfego, seja no Facebook Ads ou em outras plataformas, você precisa de 5 habilidades essenciais.

Segundo Lucas Souza, essas habilidades são:

 

  1. Habilidade analítica: “você precisa amar os números”, comenta Lucas. Essa é uma profissão altamente orientada a dados, então é necessário estar acostumado a analisar dados e interpretá-los. Afinal, você não pode rodar anúncios com base no achismo, pois isso vai de encontro com sua missão de aumentar o ROI das campanhas;
  2. Atenção aos detalhes: pequenas mudanças nos parâmetros podem gerar grandes impactos, e a capacidade de descobrir qual a peça com melhor performance é o que separa os mestres dos alunos;
  3. Racionalidade: como dito, aqui não há espaço para achismo. Assim, pode acontecer que as primeiras campanhas sejam, na verdade, “compra de dados” — rodar anúncios para poder ter informações valiosas para os próximos investimentos. Então, é preciso tomar cuidado com as emoções, pois é comum que essas primeiras campanhas não tenham grandes retornos.
  4. Conhecimento de negócios: “é importante saber como todos os atores envolvidos numa campanha de marketing se reúnem para formar um ecossistema de negócios”, diz Lucas Souza. O conhecimento em tecnologia também é fundamental. Por isso você precisa estar sempre se atualizando e isso deve fazer parte da sua rotina.
  5. Ser o próprio usuário: Lucas afirma que é fundamental que você se coloque na posição do público-alvo, para vivenciar a experiência. Assim, é possível criar anúncios de maior impacto.

 

Assim, há outras 3 etapas que você precisa desenvolver para ser um gestor de tráfego:

 

1. Capacitação

“Lembrando que se você quiser ser um BOM gestor de tráfego, você terá que constantemente reinvestir o valor que ganha em novos cursos e mentorias, pois o aprendizado enquanto gestor de tráfego é constante e nunca para” – Luciano Larossa

Nesse sentido, nunca deixe sua atualização e estudos de lado. Fazer isso é colocar em risco sua carreira.

Portanto, um curso é a melhor forma de se iniciar. Afinal, você aprende de maneira rápida e prática as plataformas e as estratégias.

Isso te ajuda a evitar erros comuns, além de ajudar na hora de conseguir uma oportunidade. 

Contudo, Pedro Sobral também afirma que não é para subestimar o conteúdo gratuito. Aliás, o próprio Facebook possui mini cursos para você aprender sobre as ferramentas.

Assim, o conteúdo gratuito será um ótimo lugar para você aprender coisas específicas e para nicho. Enquanto um curso será aquele que te dará a fundação para você tirar o máximo de proveito desses conteúdos.

 

2. Networking

Networking é fundamental, seja para você conseguir clientes como freelancer ou como empregado.

Fazer amizades com profissionais do mercado é essencial para trocar experiências e conhecimento. Além de ficar atualizado e ter com quem contar quando precisar de ajuda.

Ademais, Luciano nos lembra que o networking permite que você fique conhecido no mercado. Assim, será possível alcançar posições em empresas cada vez maiores (com salários ainda mais interessantes).

 

3. Faça anúncios

Sabemos que o mercado de trabalho sempre vem com “experiência necessária” até para vagas de estágio. Contudo, saiba que é extremamente possível conseguir essa experiência antes de conseguir um emprego.

Você pode fazer isso através de:

 

  • Projetos pessoais: crie, por exemplo, um ebook e invista em anúncios para vendê-lo. Os resultados que você tiver serão o seu “portfólio”, que o ajudará imensamente nas entrevistas. Além de que isso pode te gerar uma renda extra também.
  • Projetos gratuitos: se não tiver dinheiro para investir no seu projeto, busque fazer a gestão de tráfego para alguém de graça. Assim, os resultados também serão seu portfólio.

 

Enfim, com essas dicas você estará muito mais preparado para iniciar sua carreira. Então, vamos entender sobre como começar a estudar os assuntos?

 

Como aprender Facebook Ads

Como aprender facebook ads

Foto por unsplash

A grande vantagem de aprender Facebook Ads é que dominando essa plataforma, você domina anúncios para Facebook e Instagram. Ou seja, duas redes gigantes e importantes. Logo, você conseguirá ter destaque nas vagas em menos tempo.

Como dito, o próprio Facebook possui o Blueprint, que é uma plataforma com cursos gratuitos sobre os anúncios no Facebook. 

Ademais, há conteúdo sobre a presença digital como um todo dos negócios na plataforma. Portanto, você tem uma boa forma de começar e é de graça.

Ao passo que cursos sem ser do próprio Facebook te darão uma visão mais estratégica. Ou seja, permitem que você tenha uma visão mais ampla sobre os anúncios, em vez de ficar preso à plataforma.

E isso é essencial para as empresas, afinal o que importa é o resultado e não a plataforma.

De todo modo, o que você precisa aprender:

 

  • Conceitos de CAC e sua abordagem nas mídias digitais;
  • Escolher o público correto;
  • As diferentes métricas e discernir quais são mais relevantes para cada campanha;
  • Dominar os recursos das plataformas de anúncio;
  • Criar planos de marketing digital adaptado para a marca ou empresa;
  • Criação de diferentes campanhas no Facebook Ads que possam ser ativadas no momento mais apropriado (e saber quando é esse momento).

 

Além de um curso, é fundamental que você busque por vídeos no Youtube, artigos em blogs e podcasts para serem fontes de estudo diário.

Quer dicas de cursos e livros? Vem comigo que vou te dar dicas valiosas!

 

Cursos de Gestão de Tráfego

Curso de Facebook Ads

Foto por unsplash

Quer um curso direto ao ponto e que já te deixe preparado para rodar seus primeiros anúncios?

Então, você precisa conhecer nosso curso de Google e Facebook Ads online.

Você irá aprender no modelo Bootcamp: um intensivão de 14 horas com muito conteúdo (mas sem enrolação), ferramentas práticas e diversos materiais para download.

Aliás, você não vai aprender com alguém que é apenas um teórico na área.

Não, não. Aqui você aprende com profissionais especialistas que atuam em grandes empresas e com uma enorme bagagem.

É conhecimento puro, direto do campo de batalha, para você realmente ficar preparado para o mercado.

Conosco, além de aprender Facebook Ads, você também irá dominar o Google Adwords. Assim, nosso curso contempla:

 

  • Como ser um excelente gestor de mídia de performance;
  • Conceitos gerais das principais plataformas de anúncio;
  • Estruturas de anúncios, escolha de públicos e criação de plano de marketing;
  • Os recursos das plataformas do Facebook e Google, para você dominar as duas!
  • Como evoluir na carreira;
  • Como tirar o máximo de proveito de cada tipo de anúncio;
  • Domínio do Facebook Pixel e as estratégias de remarketing.

 

Enfim, um curso completo que te entrega todo o conhecimento de maneira prática. Se eu fosse você não perderia essa oportunidade: inscreva-se agora!

Curso de Facebook Ads online

Livros de Facebook Ads e Tráfego Pago

 

Facebook para Negócios – Luciano Larrossa

O livro do Luciano traz uma noção incrível sobre o Facebook Ads. Desde como funciona o algoritmo a saber identificar o retorno das campanhas.

Aliás, esse livro já chegou a ser o mais vendido na Amazon e, quando foi lançado por uma editora em Portugal, esgotou todo o estoque nos primeiros 4 meses.

 

A Cauda Longa – Chris Anderson

Esse livro é essencial para o gestor de tráfego, pois lidará muito com estratégias para mercados nichados.

Assim, você irá entender a importância dos nichos da economia e como explorá-los nas ações digitais.

 

Dataclisma: Quem somos quando achamos que ninguém está vendo – Christian Rudder

Christian foi responsável por um dos maiores sites de relacionamentos da época de 2000, o OkCupid. 

Nesse livro, o autor traz os dados do seu antigo projeto para falar sobre como o comportamento das pessoas na internet é diferente do que elas dizem ter.

Por isso, para um gestor de Facebook Ads, essa é uma leitura obrigatória.

 

A/B Testing: The Most Powerful Way to Turn Clicks Into Customers – Dan Siroker

Os testes A/B são ótimas formas de conseguir descobrir qual peça funciona melhor. Isto é, qual texto será que gera mais resultados, um emotivo ou racional? Qual cor chama mais atenção? Qual foto cria mais engajamento?

Com um teste A/B é possível descobrir a resposta e de uma maneira mais eficiente. E é isso que Dan Siroker irá te ensinar neste livro.

Aliás, ele irá te contar como um teste A/B feito no site do Barack Obama fez ele aumentar em 40% a quantidade de doações para sua campanha para presidente dos EUA.

 

Perfis de Gestor de Tráfego famosos que você deve seguir

Perfis de profissionais de Facebook Ads

Foto por unsplash

Para aprender mais e ter insights de quem atua no mercado, é fundamental seguir os perfis dos profissionais. 

Assim, há 4 perfis que você não pode deixar de seguir:

 

Luciano Larrosa: em seu site e canal do Youtube, Luciano compartilha bastante conteúdo sobre tráfego pago. Ademais, ele já gerenciou 10 milhões de reais em anúncios e possui livros publicados no ramo.

Pedro Sobral: Pedro é um grande nome do tráfego pago devido à sua bagagem e resultados. Afinal, gerenciou milhões de reais em anúncios. Nas suas redes sociais ele compartilha bastante conteúdo sobre anúncios e marketing.

Felipe Bernardo: com mais de 10 anos no mercado, Felipe é hoje Growth Marketing Manager do grupo Uni.co. Com ampla bagagem, ele integra nossa equipe de professores especialista no nosso curso.

Gary Vaynerchuk: Gary é um nome de referência global em Marketing Digital. Para você desenvolver suas estratégias e se manter atualizado, não deixe de acompanhar seus conteúdos nas diferentes plataformas.

 

Eventos de Marketing Digital e Anúncios: não perca esses

Criar networking, atualizar-se, aprender muito e ganhar novas amizades é só em eventos. Aliás, você pode encontrar diversas novas oportunidades.

Por isso, elenquei alguns dos principais eventos que você não pode perder:

 

  • Mídia Master Brasil: evento que acontecerá em maio de 2021, Campinas/SP, com presença dos grandes players de mídia.
  • VTEX Day: evento que você não pode perder se quer atuar no mercado digital, que acontecerá entre 31 de maio e 01 de junho em São Paulo.
  • Fire Festival: organizado pela Hotmart e que acontecerá em Belo Horizonte entre os dias 26 e 28 de agosto de 2021, o evento reúne as maiores empresas e profissionais do mercado para discutir sobre marketing, negócios e educação.
  • Digitalks e RD Summit: dois eventos com grande relevância no mercado digital, mas que ainda não confirmaram suas datas para 2021 — ainda assim fique ligado nesses dois eventos.
  • Ad World Conference: o maior evento de anúncios digitais do mundo. Não vá perder, o evento acontece entre 3 e 5 de maio.

 

Comunidades e grupos de Facebook Ads e Marketing Digital: quais as principais? 

Participar de grupos de Marketing Digital irá permitir que você ganhe um conhecimento geral que irá te ajudar nas estratégias.

Enquanto isso, os grupos de Facebook Ads permitem que você conheça mais sobre as ferramentas e veja dicas que podem mudar completamente sua rotina.

De todo modo, participar de grupos é uma ótima forma de networking e aprendizado. Veja os principais:

 

 

Enfim, vemos que os anúncios na internet estão crescendo muito, mais de US$ 320 bilhões serão investidos só em 2021. E dentro disso, o Facebook Ads é o que ocupa as 3 primeiras posições no ranking dos principais canais que serão priorizados esse ano.

Esse aumento no investimento também significa no aumento de oportunidades para profissionais capacitados em mídia de performance.

Por isso, não perca tempo e se inscreva em nosso curso de Facebook e Google Ads. Ao final dele, você estará preparado para surfar essa onda e começar a carreira dos seus sonhos!

Curso de Facebook Ads online

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O que é UI Design: o guia completo da profissão de Design de Interfaces

As áreas de UX e UI Design estão em crescimento vertiginoso: serão mais de 100 milhões de vagas mundialmente até 2050. E 2021 é o melhor momento para você entrar nesse mercado.

O Design de Interfaces busca criar as telas que nós estamos tão acostumados a usar hoje em nossos sites e aplicativos. Porém, o UI Designer não é programador ou ilustrador.

A realidade é que o designer está preparado para juntar a beleza e a funcionalidade para criar produtos que encantam os usuários.

Como o dr. John Maeda afirma:

 

“Design não é apenas sobre beleza; é sobre relevância de mercado e resultados impactantes”

 

Continue comigo que irei te explicar tudo sobre o UI Design e seu mercado de trabalho.

 

Navegue pelo conteúdo:

 

UI Design: o que é?

UI Design, em português, significa o Design de Interface do Usuário (User Interface). Assim, é a área responsável pelo desenvolvimento das telas pelas quais os usuários irão interagir com o produto.

Como atualmente podemos fazer, quase, tudo pelos sites ou aplicativos, o UI Design é comumente atrelado ao desenvolvimento das telas que vemos nesses dois meios. 

Contudo, David Arty, professor de WebDesign, explica que podemos encontrar as interfaces gráficas em diversos locais:

 

  • Sites;
  • Videogames;
  • Realidade aumentada;
  • Sistemas operacionais para computador e celulares;
  • Smartwatch; etc.

 

Até mesmo a tela do seu micro-ondas também é uma interface!

Essa proliferação de UI tem sua gênese lá nas décadas de 70 e 80. Nessa época, tivemos uma grande invenção: o computador pessoal.

Nas máquinas da Apple Macintosh e Microsoft Windows, o grande diferencial era as telas mais amigáveis, gráficas e funcionais.

Para o sucesso desses PCs, elas precisaram do apoio do UI Design para serem úteis e agradáveis para as pessoas usarem. Foram por essas duas características que essas duas empresas dominaram o mercado.

Nesse sentido, Hidde Burgmans, Service & Product Designer na agência Koos, afirma que precisamos sempre buscar os meios mais simples e funcionais com nossos designs. 

Isto é, por mais legal que uma função seja, temos que nos manter focados na usabilidade de toda interface.

Podemos ver isso no UI Design para criar uma nova história no Medium:

Exemplo de UI Design do Medium

É simples e efetivo. Não tem um monte de opções e ferramentas por toda a tela, pois o foco é no texto.

Precisa de alguma ferramenta ou inserir algo no texto? Sem problemas, ao lado esquerdo você encontra um círculo que, clicando nele, você tem o que precisa:

Exemplo de UI Design Medium

Em suma: simples, efetivo e elegante. O usuário que está no Medium quer compartilhar suas histórias, então não faz sentido encher de funções ou telas, por mais bonito que possa ficar.

 

Qual a diferença entre UI e UX?

Vemos que a experiência do usuário sempre estará presente no processo de UI Design.

Aliás, David explica que o UX (experiência do usuário) não pode ser reduzido a uma função.

Em realidade, defende que todo bom Designer, não importa área, também é um profissional de UX.

Isso porque você sempre estará preocupado com a experiência que a pessoa terá com suas interfaces. Logo, ambas áreas andam juntas.

Por isso, ao longo desse texto você poderá ver o uso de “UX/UI”, pois os dois termos são interdependentes — mas, não sinônimos!

Isso porque o UX se preocupa com o estudo e planejamento de toda interação que o usuário terá ao usar o app, por exemplo.

Assim, o profissional de UX não tem, por obrigação, que pensar na cor ou formato de um botão. Nesse sentido, a experiência do usuário não é tão “tangível”, pois é algo estratégico.

Em contrapartida, o UI Design será essa ponte entre o planejamento do UX com o usuário.

Especialização da área de UI Design

Adaptado de Hidde Burgmans

 

Assim, a Aela.io, empresa de mentoria em Design do Felipe Guimarães, cunha a frase de:

 

“Todo UI Design é UX. Mas, nem todo UX é UI Design.”

 

Sua função no desenvolvimento de interfaces será criar, realmente, a parte visual de todo o sistema.

Então, temos que o profissional de UX irá:

 

  • Entender os objetivos da empresa;
  • Conduzir entrevistas com usuários para entender as necessidades;
  • Realizar análises heurísticas para identificar dificuldades de uso;
  • Construir as personas do produto;
  • Elaborar a jornada do usuário.

 

Enquanto isso, o UI Designer:

 

  • Desenvolve o design visual com base no planejamento do UX;
  • Cria protótipos interativos para realizar testes;
  • Elaborar os guias para a programação final do produto pelos engenheiros de software.

 

Aliás, Diogo Kpelo, Head de Design na Loft:

 

“UX é um mindset que todo designer deve ter. Desde o momento em que você está projetando algo, precisa pensar como será a experiência das pessoas ao entrarem em contato com o resultado”

 

Sinergia entre as duas áreas

Da forma que descrevi, o UX acaba vindo antes do UI. Contudo, nas empresas atuais, que adotam o método ágil, as duas funções acontecem em conjunto.

Assim, o UX Design estará focado em como auxiliar o usuário a realizar ações. Enquanto o UI Designer torna as interfaces agradáveis e usáveis.

Por exemplo, vamos imaginar que você trabalha com User Experience no iFood. Sua função será pensar em como pegar o usuário que quer pedir uma comida e levar ele ao seu objetivo (comida em casa).

Para isso, há várias etapas, como inserir o endereço de entrega, escolher uma categoria ou visualizar livremente as opções de restaurante, ver cardápio, opções que cada comida tem… Até finalizar o pagamento e acompanhar a entrega.

Então, você como UX tem que pensar como ele interage em cada etapa, para que ele vá para próxima. Isso tudo de maneira simples e intuitiva.

Agora, você é o UI Designer da iFood. Sua função é desenvolver o design de cada interface que comentamos acima. Como será o layout visual dos cardápios? Qual o tamanho do botão “Pagamento”? Quais cores serão usadas? Qual o tamanho e formato dos ícones nas categorias?

Se você quer ver o que um UI Designer entrega, recomendo esse projeto no Behance. Ele é incrível e mostra tudo que você fará, desde telas, ícones, botões, as telas de cada etapa da jornada do usuário… Enfim, acredito que seja uma ótima fonte de inspiração!

Porém, tudo que falei neste tópico é UX. Afinal, suas escolhas na interface também estão considerando a experiência que o usuário terá em cada tela.

 

User Interface: elementos essenciais

Em geral, as interfaces possuem 4 elementos:

 

  1. Botões e formas: os botões permitem a interatividade da interface. Enquanto as formas ajudam na organização visual do todo.
  2. Tipografia: refere-se à escolha de fonte e tamanhos. Afinal, não pode ser uma fonte muito complexa que dificulta a leitura ou ser pequena/grande demais.
  3. Ícones: os ícones são essenciais para indicar ação ou informação dentro de sua interface. 
  4. Cores: as cores podem parecer fácil, mas envolve muita pesquisa e ciência. Por isso, as cores precisam ser muito bem escolhidas e pensadas com base na jornada do usuário e nas personas.

 

Todos esses elementos, e até animações, serão criados e harmonizados pelo UI Designer. Sempre com o foco na melhor experiência e comunicação com o usuário.

Exemplo de UI Design

Imagem por Freepik

Mas antes de chegarmos nesses modelos bonitos, temos o Wireframe. Essa palavra em inglês toda chique quer dizer esboço da estrutura da User Interface. 

Há vários modelos e técnicas. Por isso, não dizemos “rascunho”, pois o wireframe vai além. Normalmente, o UX Designer é quem mais se envolve na criação de estruturas.

Aliás, o wireframe é o momento que separa o UX do UI. Isso porque nessa etapa não há preocupações com cores, tipografia e outros. O foco é na hierarquia de conteúdo, na jornada do usuário e na usabilidade.

Exemplo de wireframe

Exemplo de Wireframe tradicional, no papel e caneta, por Tim Knight.

 

Profissional de UI Design: o que faz? Como é seu dia a dia?

como é a rotina do UI Designer

O profissional de UI Design é responsável pela elaboração e concepção visual de projetos. Assim, você terá que transformar o “intangível” do UX para algo “tangível”.

Isto é, todo o planejamento criado pelo profissional de User Experience será traduzido em interfaces gráficas por você.

Contudo, para criar esses layouts bonitos e úteis, precisa de muita pesquisa e estudo, muitas vezes empregando a metodologia do Design Thinking (que explicamos mais no nosso artigo de UX Writing).

Aliás, para Victor Rosato, Product Designer no Cartola FC, a habilidade mais básica e fundamental para todo designer é saber fazer perguntas.

Como Victor demonstra no seu estudo de caso da Wikipedia, o começo de um projeto envolve muita pesquisa. 

Então, grande parte do seu dia será consumindo conteúdos e estudando outros designs.

Ah! Não vamos esquecer das inúmeras entrevistas e pesquisas sobre a persona do projeto.

Conforme você estiver colhendo essas informações, será possível esboçar as primeiras interfaces. Isto é, criando wireframes e protótipos. 

Nesse momento você também poderá mostrar seus protótipos para alguns usuários para colher informações ainda mais precisas.

Você precisa apresentar o produto da melhor forma, por isso precisará conhecê-lo muito bem. Então, sua rotina terá bastante reuniões com engenheiros de software, product owner, UX Designers e membros de outros departamentos, como marketing.

 

A rotina do desenvolvimento de User Interface

O premiado designer Matthew Magain, criou uma tirinha muito boa em que mostra seu dia a dia na função de UX: (tomei liberdade para fazer a tradução das legendas, que você pode ver na versão original, aqui)

Como é a rotina de um UX/UI Designer

Sim,  Matthew é UX e não atua tanto no design de interfaces. Contudo, lembra que disse UX/UI são quase inseparáveis? Por isso, a rotina intercala em diversos pontos com o UI Designer.

Então, além da parte de pesquisa, que é idêntica a rotina do Matthew, você também terá os momentos de ficar no Photoshop, Adobe XD, Figma e outros programas criando interfaces e protótipos.

Ademais, se você atuar como UX/UI Designer, sua rotina poderá ser parecida com a de Patrick Naufel, coordenador de UX e design na NDD:

 

  1. Alinhamento: reuniões com gestores, product owners, analistas de negócio sobre sua atuação, estabelecendo as expectativas e demais instruções de projeto.
  2. Pesquisa: estudo profundo e estratégico, não só dos usuários, mas dos canais de distribuição, produto e negócio. Patrick até alfineta: “como você vai atuar em UX se não conhece a empresa, os produtos e nem as pessoas que lá trabalham?” Por isso, a pesquisa é algo fundamental na sua rotina.
  3. Disseminação da Cultura: aqui Patrick explica que você terá que estabelecer iniciativas de Boas Práticas de Desenvolvimentos. Quando você desenvolver as User Interface, terá que criar um guia, ou Design System, para que os engenheiros possam programar sua interface conforme ela foi concebida.
  4. Entregáveis: como UX/UI Designer você terá que fazer apresentações, entrevistas, relatórios sobre os produtos e desenvolver os guias mencionados.

 

Onde o UI Designer atua?

É importante notarmos que há várias opções para você atuar. A área de User Experience está cada vez mais em voga e crescendo a ritmos impressionantes.

Não há tantos dados especificamente sobre UI Designers, pois a área é uma especialização do UX. 

Então, se temos um crescimento para UX Design também vemos o efeito na área de UI. Como explica a Nathália Sacks, Admissions Manager da Ironhack Brasil, “[UX e UI] estão conectados durante o processo e um depende do outro para as coisas acontecerem”.

Portanto, há diversos caminhos que você pode trilhar:

 

  • Corporativo: trabalhar exclusivamente para startups e empresas, tendo seu salário fixo (que é bem alto, aliás. Logo você vai entender);
  • Agência: se você gosta de atuar com diferentes projetos, a agência é o melhor local. Afinal, aqui você terá contato com vários clientes com vários produtos diferentes.
  • Freelancer: caso você prefira atuar por conta própria e direto com o cliente, ser freelancer também é uma opção.

 

Ademais, hoje em dia não há mais a questão de você morar na cidade da empresa. Com o trabalho remoto, você pode ser contratado por empresas de todo o mundo.

Com a pandemia de 2020, o home office se tornou o normal, acelerando a adoção desse modelo por todas as empresas. Então, se você se dedicar, pode ser contratado por empresas do Vale do Silício, mesmo estando no Brasil.

 

Ferramentas do UI Designer

São diversas ferramentas que você poderá utilizar em seu dia a dia, sendo as principais:

 

  • Figma: essa ferramenta é fundamental para criar protótipos, wireframes, design de interface e ícones para seus layouts.
  • Adobe XD: em empresas que usam muito os serviços da Adobe (que são muitos), o XD é obrigatório para você aprender. Nele é possível criar os wireframes, protótipos interativos, layouts de telas e até interfaces de voz!
  • ProtoPie: para apresentar os protótipos para os stakeholders essa ferramenta é muito útil, por permitir ter alta fidelidade e animações.
  • Maze: é essencial para fazer testes de usuários e relatórios de análises.
  • Overflow: para desenhar as jornadas do usuário dentro da sua interface.

 

Essas são as principais ferramentas para você desempenhar todas suas funções. Importante conhecer todas elas.

Aliás, ter os programas da Adobe no currículo aumenta suas chances no primeiro emprego. Afinal, os programas deles pegam todas as etapas de desenvolvimento de interfaces.

Assim, se dominar o pacote Adobe, já terá uma boa base para iniciar em UI Design.

O conhecimento nessas ferramentas te ajudará a ter mais confiança nas entrevistas também. Pois, se o entrevistador te perguntar algo específico, já saberá como responder.

 

O papel do Design de Interfaces nas empresas

Para um produto ter sucesso ele precisa ser útil, agradável e simples. Já vimos que a utilidade do produto o UX já tomou conta. Agora, é papel do Design de Interfaces deixar tudo bonito e funcional.

Diogo Kpelo demonstra em seu artigo que o função do design de interfaces não está limitado à estética. Como disse, é a junção de beleza com funcionalidade.

Nesse sentido, Diogo afirma que o resultado do UI impacta “em cheio a experiência que o usuário terá ao usar o produto”. E se o cliente tem uma péssima experiência, mesmo que o design seja bonito, a empresa como um todo sofrerá.

Até mesmo o processo de construção do produto é afetado pelo trabalho do UI Designer. “[…] o time de desenvolvimento, [é] afetado diretamente pela forma que a interface foi pensada e construída”.

Enfim, vemos que o User Interface tem impacto no sucesso dos produtos desde sua concepção até a comercialização e uso pelos clientes.

Veja como a estudo do Victor sobre a home page da Wikipédia modifica completamente nossa experiência com o site:

Revisão do UI Design do wikipedia

  

(E, sério, depois que você terminar esse artigo, leia o estudo de caso do Victor Rosato. Está muito completo e ele mostra todo o processo de estudo e criação.) 

Veja a diferença para o modelo atual:

UI Desgin atual do Wikipedia

Fica claro o impacto que o UI Designer pode ter dentro das empresas e com os produtos. Por isso, é uma profissão cada vez mais requisitada.

 

O processo de UI Design

O processo do UI Design

Adaptado de Victor Rosato

Pensando no processo aplicado pelo Victor, temos 4 etapas:

 

  1. Análise
  2. Planejamento
  3. Estruturação da informação
  4. Design Visual

 

Contudo, nem sempre os processos são assim lineares. Como já mencionado, as empresas atualmente estão aplicando metodologias ágeis, então o que podemos encontrar nos projetos é o Design Sprint.

Segundo Fabrício Teixeira, diretor de design na Work & Co, o Design Sprint é um intensivão de 5 dias para criar, desenhar, prototipar e testar uma ideia. Assim:

 

  1. Unpack: o primeiro dia é de jogar ideias na mesa e compartilhar as experiências. “Desenvolvedores sabem de coisas que os designers não sabem, os stakeholders sabem de coisas que os product managers não sabem — e assim por diante”, como descreve Fabricio.
  2. Sketch: no segundo dia, é fazer os primeiros esboços das ideias, buscando colocar o máximo de soluções no papel, sem se preocupar com discussões sobre os elementos. Depois que todo mundo fizer seus rascunhos, é discutido em grupo o que pode funcionar mais.
  3. Decide: no terceiro dia é dedicado para filtrar e refinar as soluções apresentadas e escolher uma delas para fazer um protótipo funcional.
  4. Prototype: então, criamos um protótipo da User Interface funcional. Fabricio alerta que aqui precisamos ser produtivos, logo, escolher e saber usar ferramentas de prototipagem é essencial (que comentamos mais acima, lembra?).
  5. Test: agora é testar o protótipo criado com potenciais usuários, coletando feedback ao mesmo tempo que a pessoa está ali interagindo com algumas telas. No fim do dia, todos se reúnem para discutir os feedbacks e decidir se leva ou não a ideia para frente.

 

O Design Sprint para User Interface é interessante para só levar a frente projetos que tenham boas chances de sucesso. Então, depois que a ideia é validada, voltamos para o modelo do Victor.

Assim, na análise é visto os pontos de melhoria com base no feedback recebido. O planejamento visa refinar ainda mais a usabilidade. 

Como a ideia já está desenvolvida, não temos muito o que fazer na arquitetura de informação, só os ajustes no wireframe.

Por fim, é hora de ser o artista e criar uma interface gráfica final que encanta qualquer usuário.

 

Vagas para UX/UI Designer: Precisa-se de profissionais capacitados

Apesar de cada vez mais ter profissionais com título de UX/UI Design no LinkedIn, o mercado tem muito a crescer.

A projeção da NN/g é que a quantidade de vagas em UX cresça até 2050, multiplicando-se 100x. Isso significa que são mais de 100 milhões de vagas na área!

Gráfico de vagas para UI design

Ademais no estudo “UX pós-Covid: o que podemos esperar”, da UX Design Institute, mostra que líderes de mercados projetam aumento na demanda por UX e habilidades digitais.

O relatório vai além, colocando o UX como ponto central no sucesso das empresas no novo cenário pós-pandemia:

 

“Vantagem competitiva será adquirida pelas empresas com o melhor User Experience. Se as empresas forem lentas para se adaptarem, correm o risco de ficarem obsoletas”

 

Ou seja, o momento de você se tornar UX/UI Designer é agora! Aliás, o LinkedIn colocou a área como a quinta mais requisitada pelas empresas para 2021.

 

Um mundo de possibilidades para UX/UI Designers

Esse crescimento é devido a uma mudança de pensamento que vem acontecendo. Como o Dr. John Maeda, PhD em Design Science, destaca sobre um relatório de 2017 sobre o Design na Tecnologia:

 

“Design não é apenas sobre beleza; é sobre relevância de mercado e resultados impactantes”

 

Ou seja, cada vez mais as empresas estão entendendo a importância dos designers para uma estratégia de negócios de sucesso.

Como a tecnologia está permeando tudo em nossas vidas, precisamos de profissionais capacitados para criar as interfaces que permitam que nós, os usuários, nos comuniquemos com o menor atrito possível com as tecnologias.

Imagine você ter que usar o Excel como antigamente? Se você nunca viu como era, olha como era a primeira planilha para computadores:

Exemplo interface antiga

Foto por Wikipedia

 

E com o trabalho de profissionais de User Interface chegamos a algo muito mais útil e agradável:

Exemplo de interface moderna de planilhas

Imagem de Microsoft Template

 

Não é difícil perceber que uma interface gráfica bem feita é essencial para o sucesso de algum produto. E não é só para programas de computador, como Excel.

Em realidade, você encontrar UI Designer sendo fundamentais em:

 

  • Painéis de carros (sabe a Tesla? Seu modelo de negócio inteiro é envolto na experiência do usuário);
  • Aplicativos;
  • Sites;
  • Telas de equipamentos industriais;

 

Até a Samsung precisa de UI Designers! Olha só um dos últimos modelos de Smart Fridge (geladeiras smart):

UI Design na geladeira smart samsung

UI Design na geladeira smart Samsung

Tem um computador na porta! E essa tela precisa de você para criar a interface gráfica.

São tantas possibilidades que o UX/UI Designer atua que não é de se impressionar sobre os dados de emprego nessa área.

Quer descobrir essas oportunidades? Confira nossa plataforma SPTF, que é o nosso projeto em que selecionamos as melhores oportunidades para você!

 

Salários de UX/UI Design: Quanto ganha um profissional em 2021

Salários de UX/UI Designer

Os salários para UI Designer, segundo a Glassdoor, ficam na média de R$ 4.140. Além disso, a progressão pelo nível de experiência também é bem interessante:

 

  • Salário UI Designer Junior: R$ 2.896
  • Salário UI Designer Pleno: R$ 4.808
  • Salário UI Designer Senior: R$ 9.256

 

Ainda mais, segundo uma pesquisa promovida pela Saiba Mais sobre UX, a faixa salarial mais popular em 2017 era de R$ 4.001 a R$ 7.000.

Contudo, a Aiela.io destaca que as empresas hoje têm preferência pelo profissional UX/UI Designer. Ou seja, que vai de ponta a ponto no produto — também podendo ser chamado de Product Designer.

Nesse sentido, podemos ver que se você buscar ser esse profissional que atua nas duas áreas, os salários são bem generosos: a média é de R$ 5.463 na Glassdoor.

 

  • Salário de UX/UI Designer Estagiário: R$ 1 a 2 mil
  • Salário de UX/UI Designer Junior: R$ 3.080
  • Salário de UX/UI Designer Pleno: R$ 4.492
  • Salário de UX/UI Designer Senior: R$ 7.412

 

Além disso, uma pesquisa da Invision sobre o mercado em 2019 de Product Design, revelou que 84% dos entrevistados tiveram aumento salarial nos últimos 1-2 anos. Outros 20% possuem expectativas de aumento nos próximos 1-2 anos.

 

Principais profissionais que migram para o UI Design

Cada vez mais vemos histórias de pessoas de diversas áreas migrando para o UX/UI Design. 

Como a do Jânio Rodrigues, que atuava na Informática e Web Design. Sua paixão pelo design sempre esteve ali com ele, mas começou seus estudos em ciência da computação.

Contudo, logo percebeu que não era para ele e mudou de curso para Design Gráfico. Ainda assim, seu início profissional foi trabalhando nas áreas de T.I.

De todo modo, ele conheceu a área de UX/UI e logo mergulhou nos estudos e hoje atua como UX Designer na MJR.

Uma história de alguém que saiu da área da arte para o UI Design é o Luiz Veres. Graduado em Publicidade e Propaganda, passou 5 anos atuando como diretor de arte em agências de publicidade e editora.

Hoje, Luiz atua como UX/UI Designer na Junto Seguros.

Portanto, não se acanhe. Se deseja vir para o UX/UI Design o momento é agora. 

Assim, você pode encontrar oportunidades na nossa plataforma SPTF, onde selecionamos as melhores vagas para você. Conheça aqui.

 

Como se tornar um profissional de UI Design

Como Lennertz, Product Designer na Globoplay, conta em seu artigo no Medium sobre como conseguiu seu primeiro emprego em UX, seu caminho, em geral será:

 

  1. Estudar: com cursos, livros, palestras, vídeos, etc;
  2. Aprender: fazer exercícios, entender as ferramentas e criar suas primeiras interfaces;
  3. Montar portfólio: conforme você pratica, cria projetos pessoais ou estudos de caso, é possível montar um portfólio e poderá publicá-lo em plataformas como Behance;
  4. Pedir opiniões: converse com amigos e pergunte o que acharam, entre em comunidades da área e troque experiência (quem sabe você não faz amizade com alguém experiente que te mentore);
  5. Melhorar portfólio: com base nos feedback dos colegas, busque aprimorar seu portfólio antes de buscar uma vaga, para já chegar bem preparado e com bagagem para mostrar;
  6. Botar a cara a tapa: é o momento de pesquisar as vagas (você pode ver as melhores aqui) e se candidatar.

 

Para te ajudar a fazer as duas primeiras etapas de sua jornada, vamos te dar umas dicas aqui em baixo!

 

Como aprender UI Design

Como aprender UI Design

Foto por Freepik

Sem enrolação, Ágata Yamashiro, UX/UI designer na IBM, deixa bem claro: tem que estudar MUITO.  Contudo, não é necessária uma universidade de design ou algo assim, mas:

 

  • Leia vários livros (também sobre psicologia e como as pessoas tomam decisões);
  • Artigos em blogs;
  • Vídeos;
  • Cursos online;
  • Palestras e conferências;
  • Assine newsletter (como a nossa!);
  • Comunidades do tema.

 

Ademais, Fabricio Teixeira destaca as metodologias mais utilizadas na empresa (com dados da pesquisa realizada pela Saiba Mais):

 

  • Prototipação (91%)
  • Benchmark (69%)
  • Teste de usabilidade presencial (61%) 
  • Personas (56%) 
  • Cocriação com a equipe interna (54%)

 

Então, vemos que um repertório que você precisa ter é de:

 

  • Como criar personas;
  • Uso de ferramentas de prototipação (como o Adobe XD);
  • Análise de dados;
  • Ferramentas de design (Figma, por exemplo);
  • Facilidade de trabalho em equipe;
  • Criatividade;
  • Criação de pesquisas e entrevistas.

 

Cursos de UI Design

Aprender com cursos é a melhor forma de adquirir uma habilidade nova rapidamente. Além de reduzir os erros.

Por isso, aqui na Aldeia nós buscamos trazer os profissionais mais fodas do mercado para te ensinar. Isto é, trazemos pessoas que realmente aplicam o UX/UI Design no dia a dia.

Além disso, não gostamos de enrolação. Por isso temos o Skill Bombs, um intensivão de 5 dias que você aprende rápido e sai pronto para conseguir as vagas do mercado.

Assim como também temos o curso de UX Design para te dar o background para criar interfaces de usuário funcionais.

Em suma, com a gente você aprende de ponta a ponta:

 

  • Os conceitos básicos;
  • As habilidades e ferramentas necessárias para impressionar qualquer recrutador;
  • Criação de persona e necessidades de usuário;
  • Padrões e hierarquias visuais;
  • Elementos de interface e fluxo de navegação;
  • Teorias da cor
  • Tipografia e iconografia;
  • Design System;
  • E muito, muito mais…

 

Livros de UI Design

Contar um pouco do que se encontra no livro, falar do autor e linkar para a página de apresentação do livro.

 

Design do Dia a Dia – Don Norman

Livro de UI Design do Dia a Dia

Esse livro é um dos principais para qualquer profissional e aspirante a UX/UI Designer. Segundo Jon Vieira, o livro te inspira a refletir sobre as interfaces e todos os objetos do seu dia a dia com uma nova perspectiva.

 

Rápido e Devagar – Daniel Kahneman

Livro de UI Design Rápido e Devagar

Esse não é um livro de design ou mesmo de interfaces. Esse é um livro sobre pessoas, que é o foco de todo o trabalho do UX/UI.

No livro, Daniel nos leva em uma viagem pela mente humana e como nós tomamos decisões.

Com os conceitos do livro, conseguimos entender melhor nossas personas e, então, criar melhores UI.

 

Undercover User Experience Design — Cennydd Bowles e James Box

Livro de UI Design

Esse é aquele livro que você compra para servir como um manual.

Os autores buscam apresentar como aplicar os conceitos de testes de usabilidade, personas e protótipos em projetos com orçamento pequeno, prazos curtos e suporte limitado.

 

Sprint: O Método Usado no Google Para Testar e Aplicar Novas Ideias em Apenas Cinco Dias — Jake Knapp

Livro de UI Design  Sprint

Sprint com certeza é um livro que você não pode deixar de ler se quer ter sucesso nas equipes de design atuais.

Assim, Knapp apresenta ferramentas para auxiliar nos processos de inovação, desde o começo até a montagem de uma equipe.

 

Perfis de profissionais do UX/UI Design famosos que você deve seguir

Perfis de profissionais de UI Design

Foto por Freepik

Acompanhar os profissionais de UX/UI Design é uma ótima forma de estar sempre por dentro das últimas tendências do mercado.

 

 

Eventos de UX/UI Design: não perca esses.

 

Design & Experience 2021 – 06 e 07 de Agosto

Esse evento é um dos maiores que terá no Brasil. Acontecerá nos dias 6 e 7 de agosto de 2021 no Centro de Convenções do Expo Center Norte em São Paulo.

A temática deste ano será sobre o “Design para pessoas reais”, focando a conversa sobre a pessoa que está por trás do usuário e do profissional de design.

 

UX Team Summit – 16 de outubro 2021

Também acontecerá em SP, no Centro de Convenções Rebouças. A temática do evento tem tudo a ver com o UI Design: Design System — escalando produtos nas empresas.

Sem dúvidas, esses dois eventos você não pode perder.

 

Comunidades e grupos de User Interface: quais as principais?

Lembra que na parte de como se tornar profissional de UX/UI comentei de participar de comunidades e trocar experiências? 

Então, confira agora as principais comunidades para você participar!

 

  • UXUI-BR: grupo no Slack feito exatamente para discutir assuntos sobre interface e experiência do usuário (até playlist de Spotify rola nesse grupo para animar seu trabalho e estudos)
  • UX/UI Designers Brasil: são mais de 12 mil membros nesse grupo do Facebook que busca compartilhar materiais, vagas, networking e boas práticas do universo de UI e UX.
  • UI/UX Designer: indo para o ambiente internacional, essa é a maior comunidade do Facebook sobre Design de Interface e Experiência do Usuário. São mais de 181 mil membros.
  • UX Collective: essa é uma comunidade do Medium, em que designers do mundo todo compartilham conhecimento que vale ouro, mas de graça!

 

Cursos de UX/UI Design: comece sua carreira do jeito certo

Aqui na Aldeia temos vários cursos da Nova Economia para você começar sua carreira do jeito certo.

Nós chamamos apenas os profissionais mais fodas que estão atuando na área e nas melhores empresas.

Por isso, não perca tempo e conheça agora nossos cursos: clique aqui.

Nosso método é o bootcamp, um intensivão que vai direto ao ponto. Com a gente você não fica estudando e estudando e sai despreparado. 

Em menos tempo, você aprende mais e já sai com a bagagem necessária para conquistar as vagas.

Aliás, também te ajudamos a encontrar as melhores oportunidades! Conheça agora nossa plataforma SPTF.

Para não perder nenhuma novidade do mercado, assine nossa newsletter e não fique de fora das principais notícias.

Inside Sales: o que é e tudo que você precisa saber para ser um vendedor

Você gosta de se comunicar e é focado? Gosta de uma rotina nada maçante, com contato com diversas pessoas e ama tecnologia? Então, você precisa conhecer Inside Sales — mas, cuidado, tem altas chances de você querer migrar para essa área!

Ser um profissional de Inside Sales é poder até trabalhar de casa e ter uma relação mais próxima com os clientes. Nada de ligar para as centenas de pessoas e receber um “não” ríspido atrás do outro.

Aliás, essa área vem crescendo 15 vezes mais que as vendas tradicionais. Nesse sentido, são praticamente 750 mil vagas sendo criadas todo ano mundialmente.

É tanta vaga que está faltando profissionais. Essa é sua chance de entrar nesse barco e navegar nesta carreira promissora!

Vamos te mostrar tudo que você precisa saber. Caso queira ir direto a um ponto específico, basta clicar no tópico:

 

  1. O que é Inside Sales?
  2. O que faz e como é o dia de um profissional de Inside Sales?
  3. Como funciona o processo?
  4. Vagas para Vendas Internas
  5. Salários de Inside Sales
  6. Principais profissional que mudaram para as Vendas Internas
  7. Como se tornar um profissional de Inside Sales
  8. Como aprender Inside Sales
  9. Cursos de Inside Sales
  10. Livros
  11. Perfis de profissionais para você seguir
  12. Eventos de Inside Sales
  13. Comunidades e grupos

 

O que é Inside Sales?

O que é Inside Sales

Foto por Freepik

Em contrapartida ao termo Field Sales (Vendas Externas ou Vendas de Campo), o Inside Sales (Vendas Internas) surgiu no início dos anos 2000.

Ademais, seguindo a onda moderna do “cliente-centrismo”, o Inside Sales trabalha de modo a tratar seu cliente como foco de todo processo. Ao contrário do modelo antigo onde o foco era sempre no produto ou serviço.

Dentre as principais características desse modelo de vendas, podemos citar:

 

  •  Possuir um time de vendas que trabalha de forma remota, reduzindo drasticamente o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) da empresa;
  • Utilizar todo tipo de tecnologia para se comunicar com os clientes, desde telefones, softwares de videoconferência ou mesmo WhatsApp;
  • Utilizar processos e técnicas de vendas estruturadas, com a função de tornar a aquisição do cliente o mais racional e ágil possível.

 

Enquanto isso, entre as vantagens, podemos citar:

 

  • Maior controle sobre a mensagem de vendas que o vendedor transmite ao mercado;
  • Taxa elevada de retenção de clientes;
  • Redução do CAC, tanto pelo deslocamento dos profissionais quanto pelo tempo de comunicação com os prospects.

 

Inside Sales é Telemarketing?

Não. Acontece muito a confusão de Inside Sales com Telemarketing. Contudo, as duas áreas não tem nada a ver!

De maneira geral, o objetivo do Inside Sales é ter uma melhor relação com cliente, aumentando a taxa de negócios fechados. Para que isso ocorra, é fundamental controlar se o processo de vendas tem sido realmente efetivo e trazido retorno à organização.

Assim, mantém-se o processo de vendas internas e utiliza a tecnologia a favor da negociação. Contudo, seu uso ainda é pouco difundido e utilizado em especial por empresas do segmento tecnológico, inspiradas nas empresas do Vale do Silício.

A estratégia de telemarketing possui um roteiro igual para todos os prospects, com uma lista para quebrar todas as objeções de compra. Além disso, seu ticket médio geralmente é baixo e não precisa de muita reflexão por parte do cliente, podendo finalizar a compra com simples técnicas de persuasão e uso de gatilhos mentais.

Já no processo de Inside Sales, a abordagem é moderna, possui total personalização de propostas e a negociação só é iniciada caso exista uma pesquisa prévia sobre se aquele prospect é mesmo qualificado para a organização.

Nas vendas internas, a experiência é totalmente diferente. Assim, o cliente passa por um caminho mais longo, também conhecido por Funil de Vendas no Inbound Marketing.

Processo de Inbound Marketing no Inside Sales

Fonte: Agência 3GO

Assim, o profissional de vendas não fica correndo atrás de clientes ou ligando repetidas vezes. Os compradores passam por esse funil e chegam quase prontos para fechar, bastando a persuasão do vendedor para quebrar todas as objeções e dúvidas e finalizar.

 

O que faz e como é o dia de um profissional de Inside Sales?

O que faz um profissional de vendas internas

Foto por Freepik.

O profissional de vendas internas é apoiado pelas estratégias de Inbound Marketing. Por isso, é importante entender sobre o conceito de Funil de Vendas, pois é uma parte integrante da qualificação do lead.

Essa qualificação de leads é uma parte estratégica. Os critérios adotados, a nutrição e o contato no momento certo é fundamental para transformá-lo em cliente.

E por que um lead é tão importante para um profissional de Inside Sales?

O principal objetivo de um profissional de vendas internas é fazer com que as estratégias de marketing da empresa se transformem em vendas efetivas. 

Nesse sentido, é necessário se comunicar somente com o público que possui interesse genuíno na sua marca e pode se tornar seu cliente. Ou seja, manter comunicação com o lead qualificado.

Além disso, é preciso acompanhar o fluxo de vendas da empresa. Assim, buscando ter a melhor experiência para o cliente

Esse foco no cliente tem total importância na jornada de trabalho de um profissional de Inside Sales. Afinal, entender as necessidades do cliente torna o processo de aquisição muito mais efetivo.

 

Rotina de um profissional de Vendas Internas

Em um dia normal na vida do profissional de Inside Sales, ele vai para a empresa, seleciona quais serão os clientes para entrar em contato e inicia as videoconferências e chats.

Para que a reunião possa ter resultado, o profissional de vendas internas costuma fazer uma pesquisa aprofundada sobre o cliente antes. Assim, definindo uma estratégia de comunicação específica para o potencial cliente.

Caso seja um cliente pessoa física, essa pesquisa pode englobar o estudo sobre as interações que ele teve com a empresa. Portanto, criando uma abordagem personalizada.

Ademais, o profissional de Inside Sales utiliza um grande arsenal tecnológico em seu cotidiano. Dentre as principais, podemos citar:

 

  • Software CRM, para trabalhar com funil de vendas;
  • Ferramentas de automação de marketing;
  • Ferramentas de videoconferência, por exemplo, Zoom, Hangouts Meet ou Microsoft Teams.

 

Assim, podemos imaginar um roteiro geral do Inside Sales:

Rotina do profissional de vendas internas

Enfim, vemos que sua rotina é bem diferente dos vendedores externos tradicionais. Desta forma, você não tem tantas viagens, possui um horário mais fixo e seu dia é mais focado em ligações e e-mails do que reuniões presenciais.

Por essas características, um vendedor interno pode até trabalhar de casa. Aliás, com a pandemia, essa está sendo a tendência para essa e outras áreas que usam a internet para executar suas atividades.

 

Como funciona o processo das vendas internas?

De acordo com Mark Roberge, no livro The Sales Acceleration Formula, o Inside Sales segue uma filosofia de vendas em que o cliente é o foco principal nas negociações.

Por isso, o processo de vendas se baseia em uma estrutura básica seguida pela maioria das empresas que trabalham com vendas internas:

Processo de Inside Sales

Nesse sentido o Inside Sales tem um aspecto consultivo, que ajuda o cliente a encontrar a solução ideal para seu problema. Contudo, para isso o processo passa por todo Funil de Vendas, em vez de ligações irritantes e ensaiadas.

Vamos confessar, odiamos ficar parando nosso dia para atender Telemarketing, não é? Por isso, o maior benefício das vendas internas está na redução de custos, otimização do tempo e maior satisfação do cliente.

 

Vagas para Vendas Internas: Precisa-se de profissionais capacitados

Por que será que a profissão de Inside Sales tem um futuro promissor?

A primeira razão é que, segundo a SalesLoft, Inside Sales vem crescendo 15 vezes mais que as vendas tradicionais. Aliado a isso, as preferências dos consumidores vem mudando também.

Pela pesquisa da Salesforce, os clientes querem cada vez mais um vendedor que seja um consultor que possa confiar. Ademais, hoje os consumidores se veem na posição que mudar de fornecedor nunca foi tão fácil.

Relatório de preferência no Inside Sales

Então, se uma empresa deseja se manter competitiva e lucrativa, ela precisa de profissionais do Inside Sales. É aqui que você entra!

Claro que a empresa não ter que pagar por viagens e hospedagem de vendedores é algo que ajuda a área ganhar tração. Entretanto, o verdadeiro motor é as preferências dos compradores.

Voltando ao artigo da SalesLoft, 75% dos compradores preferem não ter reuniões presenciais. Isso porque, com a tecnologia, a comunicação face a face é um gasto de tempo e dinheiro desnecessário.

Ainda não está convencido? Então, saiba que a cada 1 vendedor externo admitido, 10 profissionais de Inside sales são contratados.

Sabemos que o Brasil pega as tendências dos EUA. Isto é, começa lá e depois vemos a mesma evolução acontecendo aqui. Assim, Tim Harris, VP de Marketing na DialSource, estima que: todo ano são criadas 750 mil vagas de Inside Sales.

Aqui no Brasil essa tendência já está criando força, mas não temos profissionais para preencher as vagas. Esse é o seu momento!

E para te ajudar, nós da Aldeia criamos o SPTF, um projeto que mapeia as melhores vagas da Nova Economia. Quer conseguir o seu emprego dos sonhos? 

Então, clique aqui para conhecer a plataforma e veja a quantidade de vagas abertas clamando por profissionais como você.

 

Salários de Inside Sales: Quanto ganha um profissional em 2021?

A perspectiva de mercado para o profissional de Inside Sales é que cada vez mais tenham vagas disponíveis nas empresas, enquanto haja menos vendedores no ramo de vendas remotas.

Pode ser que tenha surgido outra dúvida em sua cabeça: “Se esse emprego é tão bom, por que eu nunca ouvi ninguém falando sobre seus rendimentos?”.

Primeiramente, precisamos lembrar que o profissional de Inside Sales continua sendo um vendedor, ou seja, seu salário também pode ter parte variável. Assim, quanto mais resultado você entrega, mais poderá ganhar.

De qualquer forma, selecionamos o salário dos principais segmentos da profissão:

Salários de Inside Sales

Vale destacar que existe a possibilidade de ascensão na carreira, podendo subir de posto e trabalhar futuramente como Sales Executive, com um salário de R$ 11.000,00.

Por fim, além do salário mensal, vemos diversas empresas oferecendo diversos benefícios. Em uma das vagas que há na nossa plataforma SPTF, a empresa oferece:

 

  • Apoio Pass (Apoio Psicológico, Assistencial, Jurídico e Financeiro, 24h por dia por telefone);
  • Meditação online;
  • Plano odontológico e médico;
  • Auxílio atividade física.

 

Principais profissionais que migraram para Inside Sales

Profissionais que migraram para vendas internas

Foto por Unsplash

Está em um cargo e não está se sentindo feliz? Ou, se formou em uma faculdade, mas não quer seguir naquela área?

Saiba que a transição para Inside Sales é possível! Veja a seguir alguns profissionais incríveis que tiveram um início diferente e vieram para as vendas:

 

Lucia Haracemiv

Lucia Haracemiv é Sócia Fundadora e CEO na DNA de Vendas, uma consultoria especializada em aumento de produtividade em vendas. 

Seu trabalho ficou conhecido quando conseguiu levar uma grande rede varejista ao topo de vendas no mercado nacional. Aliás, isso lhe garantiu por dois anos consecutivos o prêmio das MAIORES e MELHORES da revista EXAME.

Contudo, ela é Engenheira Civil por formação. Ou seja, mesmo que você esteja em uma área completamente diferente, ainda é possível a transição — e se tornar um case de sucesso como a Lucia.

 

Thiago Gabri 

Gabri atualmente trabalha com gestão da equipe comercial do LinkedIn responsável pela aquisição de novos clientes de Sales Solutions (Sales Navigator) em empresas pequenas e médias na América Latina.

Mas, tem formação em Comunicação e Mídia e iniciou sua carreira no Marketing, até ir para Inside Sales na Resultados Digitais.

 

Ricardo Okino

Ricardo possui mais de 11 anos na área comercial, porém sua formação é em Relações Públicas. Ou seja, se você já se formou e está se questionando se faz sentido seguir carreira diferente da sua faculdade, saiba que é possível sim!

Aqui te apresentei 3 exemplos, mas no LinkedIn você consegue encontrar diversos profissionais de Inside Sales que fizeram a transição. Caso esteja receoso, recomendo conversar com esses perfis e tirar suas dúvidas — tenho certeza que será um divisor de águas para sua carreira.

Lembre-se que esse mercado possui mais vagas do que candidatos e que, quanto antes você se aprofundar em vendas internas, mais rápido terá o retorno de carreira esperado.

Além disso, observe que todos esses profissionais estão em cargos de gestão em suas respectivas empresas. Ou seja, é possível subir de carreira em Inside Sales, mesmo que o nome de seu cargo não seja exatamente esse.

Caso tenha se interessado em mais informações sobre os cargos disponíveis sobre Inside Sales, confira todas as oportunidades em nossa plataforma.

 

Como se tornar um profissional de Inside Sales

Como ser um profissional de Inside Sales

Foto por Unsplash.

Além do fato de ter uma ótima qualificação, o profissional de Inside Sales precisa ter algumas características:

 

  • Soft Skills: para se relacionar e se comunicar de maneira efetiva;
  • Orientação para resultados: ter afinidade com metas e ambiente comercial;
  • Zero medo de telefone: como Inside Sales você estará o tempo todo em ligação ou videochamadas;
  • Saber ouvir: a capacidade de ouvir com atenção é fundamental para identificar as necessidades do cliente;
  • Boa lábia: aprender técnicas de persuasão e quebra de objeções;
  • Foco em resolver: não se prenda no problema e suas causas, seja alguém que queira resolver os problemas com eficiência;
  • Organização: é fundamental para trabalhar nessa posição. Imagine enviar o contrato de um cliente para outro!
  • Sem corpo mole: você precisará ser rápido para lidar com as demandas e responder os clientes sem deixá-los esperando por muito tempo;
  • Dominar a tecnologia: o cargo de Inside Sales é super tecnológico, por isso você precisa saber usar Word, software de CRM, Excel, Skype, Zoom entre outros.

 

Para entrar na posição de Inside Sales o caminho mais prático é através de vagas de entrada. Ou seja, comece sendo um representante e vá ganhando experiência.

Tendo as características mencionadas acima e um bom currículo, treine bem para as entrevistas. Ademais, um bom vendedor se constrói ao longo do tempo.

Para você não sofrer no processo seletivo, aqui na Aldeia temos o Papo Recruiter. Nesse programa nós conversamos com os recrutadores para te dar as melhores dicas, direto da fonte!

Quer ter mais sucesso nas entrevistas? Clique aqui e confira as melhores dicas.

 

Como aprender Inside Sales

Como aprendersobre vendas internas

Foto por Unsplash

É claro que nenhum profissional de Inside Sales vira excelente de um dia para o outro. Caso queira trocar de profissão ou entrar no mercado de trabalho no segmento de vendas internas, será preciso investir em cursos e livros de qualidade, além de conferir o trabalho das principais referências de mercado.

Ao se preparar corretamente para o mercado, precisa adquirir algumas habilidades para se destacar no mercado de trabalho. Para ter sucesso será preciso:

 

  • CRM: Esse é um software de vendas essencial em todas empresas. Por isso, qualquer vaga em Inside Sales irá pedir que você tenha familiaridade. É através dele que você registra e organiza todos os pontos de contato com um potencial cliente.
  • Técnicas de Vendas: conhecer técnicas de vendas é fundamental para você fechar os negócios, como SPIN Selling, contornar objeções sem ser chato, gatilhos mentais, entre outros.
  • Comunicação assertiva: seu principal instrumento de trabalho é a comunicação. Por isso, dê atenção especial para a forma que você fala, que você se comporta, o uso das palavras
  • Funil de Vendas: é preciso ter uma noção holística das etapas de vendas que o lead irá passar. Assim, atuando de forma mais coerente com a estratégia.
  • Qualificação de leads: saber como identificar a etapa do lead e qualificá-lo de acordo. Isso porque a qualificação permite aquisições de clientes de modo mais eficiente.
  • Follow-up: técnicas de relacionamento para não ser o chato que fica mandando mensagem o tempo todo. Assim como saber empregar automações para ganhar tempo. Vamos lembrar da comunicação, trabalhando de forma que o cliente compre, sem a necessidade de você “empurrar” a venda.

 

Ademais, apenas estudar a parte técnica e específica de Inside Sales não é suficiente. Portanto, vá além e estude sobre Marketing Digital, Psicologia, Comunicação, Negócios e muito mais.

Para ser um profissional completo de Inside Sales é preciso ir além de conhecer os processos. É necessário uma visão multidisciplinar.

Dito isso, confira agora quais são os principais livros e cursos que podem lhe auxiliar no processo de aprendizagem sobre Inside Sales:

 

Cursos de Inside Sales

Cursos de Inside Sales

Foto por Freepik

Para que um profissional de Inside Sales tenha possibilidade de ascensão na carreira é necessário estar sempre se atualizando, independente do momento que o profissional decide estudar.

Aprender com YouTube, blogs e livros é possível, mas um curso com certeza irá acelerar o processo. Ainda mais se for o curso da Aldeia de Inside Sales.

Esse curso é em formato bootcamp, ou seja, conhecimento sem enrolação. São 22 horas de puro conteúdo e, o melhor, os professores são os profissionais que atuam nas maiores empresas.

Com a gente você vai aprender:

 

  • A arte de prospecção;
  • Tirar o melhor das ligações de cold calling;
  • Entender profundamente seus clientes-alvo;
  • Construir o melhor discurso comercial;
  • O fechamento da venda de alta qualidade;
  • Visão estratégica do Inside Sales;
  • O papel do SDR;
  • Qualificação e sua importância na aquisição de clientes;
  • Passo a passo para alta conversão de um lead;
  • Contornar objeções sem ser chato;
  • Como começar com o pé direito no seu primeiro dia em Inside Sales.

 

É muito conteúdo por um preço inteligente. Clique aqui e confira tudo sobre o curso!

Conforme comentei acima, é necessário ir além do conteúdo específico de Inside Sales — depois que você concluir nosso curso. Ou seja, saber sobre negócios, marketing e se comunicar de forma clara e coerente é super importante.

Então, se você estiver por Curitiba, temos um curso presencial de Comunicação Assertiva em nosso Coworking. Confira mais detalhes aqui.

 

Livros

Livros de Inside Sales

foto por Pexels

The Sales Acceleration Formula — Mark Roberge

Mark Roberte foi Sales VP da HubSpot e hoje é professor na Harvard Business School. Neste livro Mark descreve a metodologia que ele utilizou na HubSpot.

A operação que ele ergueu com os processos que ele conta no livro fizeram a HubSpot se tornar a referência mundial em SaaS.

Ele apresenta a “fórmula de aceleração de vendas” com base em quatro elementos:

  • Contratação;
  • Treinamento;
  • Gerenciamento; e
  • Geração de demanda.

Durante todo o livro ele dará orientações práticas para cada um desses elementos. Com certeza não pode faltar na sua lista.

 

Receita Previsível – Aaron Ross 

O livro de Ross é considerado por muitos a bíblia de vendas do Vale do Silício. Para o autor, as empresas só conseguirão pensar em um propósito quando se livrarem da preocupação de não terem dinheiro para pagar as contas no final do mês. 

O método vai além das velhas táticas de contratar mais vendedores ou aumentar a carga dos atuais. Segundo o livro, quanto melhor a geração de leads, maior a previsibilidade de vendas.

Para isso, é preciso haver especialização do departamento comercial. Ou seja, possuir profissionais dedicados exclusivamente à tarefa de prospecção.

 

A Bíblia de Vendas – Jeffrey Gitomer

O livro é dividido em listas, facilitando a leitura e tornando seu aprendizado mais didático. Além disso, seu nome “A Bíblia de Vendas” é esse porque ele segue o mesmo estilo da bíblia sagrada, sendo dividido em livros. 

Para quem pretende subir na carreira ou iniciar no ramo de vendas internas, o livro atende bem a realidade dos profissionais, dando toda a dimensão de como o profissional pode aperfeiçoar suas estratégias de trabalho.

 

Alcançando Excelência em Vendas: Spin Selling — Neil Rackham

Esse livro é um clássico na área de vendas. O livro é resultado da análise de Neil Rackham que fez mais de 35 mil visitas de vendas — um feito e tanto, não é? 

Assim, é um livro fundamental para aprender como fazer as perguntas certas e desenvolver a percepção de valor do produto/serviço.

Através da leitura o autor também ajuda a perceber como que táticas de vendas simples não são aplicáveis em vendas complexas. Ou seja, evidenciando a necessidade de adaptação de um bom vendedor.

 

Perfis de profissionais do Inside Sales famosos que você deve seguir

Perfis de profissionais de Inside Sales

Foto por Freepik

Como toda profissão, seguir influenciadores reconhecidos do mercado pode te dar um direcionamento de carreira. Por isso, separamos alguns dos perfis profissionais mais relevantes no segmento de³ Inside Sales e relacionados:

 

 Lucia Haracemiv

Fundadora e CEO da DNA de Vendas, consultoria especializada em aumento de produtividade em vendas. Reconhecida por liderar um projeto que levou uma grande rede varejista a ser reconhecida por dois anos consecutivos com o prêmio das MAIORES e MELHORES da revista EXAME, pelo maior crescimento do varejo nacional.

 

Thiago Gabri

Há 15 anos trabalhando com marketing e vendas, possui ótimos resultados gerados nas operações em que passou. 

Atualmente, se dedica na formação de líderes sensacionais que atuam em diversas organizações e conseguem ampliar as possibilidades de resultado que um gestor sozinho geralmente não consegue.

 

Ricardo Okino

Diretor de Vendas, formado em coach, vendas e comunicação social, com propósito de promover rápido crescimento às empresas de tecnologia que queiram mudar o mundo e transformar a vida das pessoas, tanto no aspecto social como na empresa.

 

Leonardo Rocha

Publicitário, Especialista em Gestão de Negócio, foi Chief Sales Officer da GGV Inteligência em Vendas. É locutor, palestrante, nosso professor do curso Inside Sales da Aldeia e sócio da Ímpar Leads.

 

Ana de Amoedo

Atualmente líder de pré-vendas no EBANX, um dos unicórnios brasileiros, formado em Relações Internacionais, com mais de 7 anos de experiência em vendas e 3 anos de experiência em pré-vendas.

Ana de Amoedo e sua grande bagagem na área integra o time de professores da Aldeia.

 

André Horiuchi

Desde 2017 formando times de inside sales para empresas de tecnologia. A principal lição que leva é que “vender” não é um dom. “Vender” é igual a qualquer coisa na vida. É muito estudo, repetição e técnica. 

André também faz parte do rol dos seletos professores de nosso curso de Inside Sales.

 

Layon Oliveira

Especialista em Inside Sales e Receita previsível. Atuação em diferentes mercados, tanto B2C quanto B2B e passagem por grandes empresas como Reclame Aqui e Bcredi.

 

Eventos de Inside Sales: Não perca esses!

 

SaaStr Annual 2021

Mais de 50.000 executivos, fundadores e VCs de SaaS se reúnem pessoal e digitalmente para o SaaStr Annual 2021, o maior evento de SaaS do planeta.

 Revenue Momentum Summit 2021

Durante essa experiência virtual imersiva, aqueles que trabalham com doadores e desenvolvimento de negócios serão desafiados a considerar estratégias e ideias inovadoras e bem-sucedidas para ajudar sua estação a gerar mais dólares para seus resultados financeiros.

 

Comunidades e grupos de Inside Sales: Quais as principais?

Comunidades de Inside Sales

Foto por Unsplash.

Como principal rede social empresarial do mundo, podemos citar os principais grupos que estão presentes no LinkedIn:

 

 

Os grupos mais ativos estão em língua inglesa, infelizmente. Contudo, vale a pena o esforço, pois há muito conhecimento sendo compartilhado e desenvolvido dentro dos grupos no LinkedIn.

 

Que tal aprender Inside Sales com os melhores profissionais?

 Enfim, chegou a hora de você dar seu primeiro passo para conseguir uma vaga no Inside Sales. E a melhor forma de começar é aprender as habilidades direto dos melhores profissionais no mercado!

Por isso, criamos o bootcamp de Inside Sales da Aldeia. Um curso intensivo de 22 horas de aulas em que os professores são os profissionais mais fodas do mercado.

É conhecimento na prática, sem enrolação. Ao fim do curso, você já estará pronto para encarar o mercado de trabalho. Clique aqui e garanta sua vaga!

Curso de Inside Sales Online

Aliás, ao final do curso, você conta nossa plataforma SPTF para se candidatar às melhores vagas. Assim, nada de terminar o curso e ficar perdido — nós te ajudamos a encontrar a oportunidade que tanto deseja!

 

O que é Copywriting: o guia completo para ser um Copywriter profissional

Gosta de vendas e ama escrever? Então, deixa eu te perguntar outra coisa: você gostaria de chegar a ganhar 20 mil por mês para criar conteúdos persuasivos para vendas? Pois, copywriting é isso.

É fato que, na internet, o conteúdo é rei. Por isso, as empresas estão investindo em profissionais que dominem a escrita para gerar textos persuasivos.

Esse profissional é o Copywriter, que é capaz de alinhar um texto bem escrito com técnicas de vendas para gerar resultados às empresas.

Então, quer saber mais sobre a área e como se tornar um profissional de Copywriting? Então, vem com a gente que vamos te mostrar tudo!

Navegue pelo conteúdo:

 

Copywriting: o que é?

Paulo Maccedo, autor best-seller e reconhecido como Mentor dos Copywriters, define a área como o método capaz de conectar o produto a um público e levá-lo à uma ação.

Logo, Copywriting representa a produção de textos persuasivos, como conteúdos de e-mail marketing, landing pages, anúncios, cartas de vendas, entre outros meios. 

Assim, o Copywriter é o responsável por escrever o texto que faça o leitor a tomar alguma ação, também apelidado de “Copy”.

O propósito da copy é convencer o público-alvo a fazer alguma coisa. Seja comprar um livro, assinatura de um curso ou adquirir o novo carro da marca X. Enfim, sempre que escrevemos buscamos atingir algum objetivo.

Ademais, as origens do Copywriting são de 1870, quando o publicitário John Emory Power utilizou textos persuasivos e linguagem coloquial para anúncios. Além disso, John é reconhecido como o primeiro copywriter da história.

Nesse sentido, o Copywriting no Marketing de Conteúdo e Vendas busca levar o visitante a tomar uma ação, que podemos classificar em duas:

 

  • Direta: aquisição de um produto ou serviço, por exemplo, comprar um brinquedo;
  • Indireta: entrega de um conteúdo, ideia ou demonstração, como o download de um eBook.

 

Para tanto, o Copywriter utiliza as palavras de modo estratégico para vender mais e melhor, utilizando de técnicas persuasivas, gatilhos mentais e storytelling.

Ademais, Maccedo ilustra o impacto do Copywriting ao descrever que uma página de um site que gera 1 venda para cada 100 visitantes, com ajuda do Copywriter, será capaz de fazer com que 5 comprem. Ou seja, ter um retorno 5x maior.

Por isso, segundo a plataforma Trampo.co, as vagas para Copywriter cresceram 143% em 2020

Isso se deve ao fato que um texto envolvente e com capacidade de persuadir vende mais com menos investimentos — portanto, as empresas precisam cada vez mais de bons copywriters.

 

Diferenças entre Copywriting e Redação Publicitária

Há muita confusão entre a função de um redator publicitário e o copywriter. Afinal, os dois não estão com o mesmo objetivo: vender?

O redator publicitário não busca, necessariamente, a venda instantânea. Desse modo, ele vai além da escrita de textos persuasivos e que vendem.

Logo, esse profissional se preocupa em toda a comunicação de promoção de um produto/marca/serviço. Desta forma, ele cria todo o conceito criativo — também conhecido como branding.

Enquanto isso, o copywriter foca no marketing direto. Como diz Rafael Albertoni, fundador da SBCopy, “sua comunicação [do copywriter] é extremamente persuasiva e deve gerar resultados imediatos que possam ser mensurados”.

Portanto, uma empresa deverá escolher entre um redator publicitário ou copywriter com base no seu objetivo:

 

  • Desenvolver sua marca: redator publicitário;
  • Aumentar faturamento e vendas: copywriter.

 

Assim, podemos encontrar a redação publicitária em propagandas de TV, outdoors, anúncios e outros. Como o abaixo, veja a genialidade de comunicação para uma campanha de doação de sangue:

 

Agora, pensando na atuação do copywriter, podemos pensar nos textos para Landing pages. Veja o exemplo abaixo da Crescimentum que a ação esperada é o visitante fazer a inscrição no evento:

Exemplo de copywriting para landing page

Veja a diferença de objetivos. No primeiro exemplo, é uma campanha de conscientização. Ou seja, levar as pessoas a se conscientizarem da importância da doação — poderia ser fazer as pessoas conhecerem uma marca.

Porém, não há como mensurar realmente os resultados da campanha. Logo, ela tem papel fundamental quando queremos desenvolver uma marca, fazê-la ser conhecida.

Ademais, a redação publicitária não busca, obrigatoriamente, fazer a pessoa tomar uma ação naquele momento. No exemplo, há apenas o texto “você pode ser o super-herói de alguém”.

Enquanto isso, no segundo exemplo, a Landing Page da Crescimentum tem um objetivo claro: fazer você se cadastrar na lista de espera. Aliás, o resultado pode ser mensurado através das ferramentas de Analytics.

Portanto, o Copywriting é a criação do texto desta página com diversas técnicas persuasivas e de gatilhos mentais para fazer, nesse exemplo, o visitante se inscrever na lista de espera.

Diferença entre copywriter e redator publicitário.

Copywriter: o que faz? Como é seu dia-a-dia?

Em geral, o Copywriting é uma parte do time de Marketing. Dessa forma, você terá que pegar um produto/serviço cheio de características e transformar isso em um texto que as pessoas queiram ler e compreendam bem.

Confira abaixo como pode ser sua rotina como copywriter:

A rotina de um profissional de copywriting.

Portanto, tudo começa com a pesquisa. Isto é, conhecer a Persona, o seu leitor. Pode parecer uma etapa tranquila, mas isso demanda muito estudo.

De fato, para entender a Persona você terá que fazer pesquisas de mercado, entrevistas, estudar sobre psicologia e muito mais. Tudo isso para você conseguir definir a melhor estratégia de copywriting.

Ademais, esse é o momento de entender tudo sobre o produto/serviço e marca da empresa. É necessário conhecer a fundo o negócio e o produto para conseguir criar um texto que gera conexão e resultados.

Por isso, o estudo é uma prática constante e muito presente no seu dia a dia. O repertório extenso é uma ferramenta essencial para qualquer Copywriter.

Assim, você estará pesquisando e estudando sobre psicologia, storytelling, técnicas de escrita, analisando copies de outros profissionais que deram certo, entre outros.

Testes também são fundamentais no copywriting. Desse modo, o texto passa por várias etapas de revisão e até testes com um grupo controlado para avaliar os resultados.

Ademais, é importante ressaltar que o Copywriting não se resume a Landing Page e cartas de vendas. Logo, podemos ver o Copywriter atuando em certas etapas do Marketing de Conteúdo e durante todo o funil de vendas.             

Lembrando que, o copywriting não acontece de forma isolada. Para entender o produto, o público, o negócio, você precisará ter diversas reuniões com vários membros da empresa.

Assim, há reuniões com gerentes de produtos, pessoal do marketing, design, comercial, entre outros.

Ademais, não é um trabalho isolado. É muito comum que você vá trabalhar em conjunto com um designer e/ou programador de sites. Afinal, o conteúdo e o layout da página precisam casar para ter o melhor resultado.

 

Ferramentas que você usará no dia a dia

Ferramentas do copywriter.

Google Drive

Com certeza as ferramentas do Google estarão muito presentes em seu dia. Afinal, é possível trabalhar de forma colaborativa e, em grande parte, são gratuitas.

Dependendo da empresa pode haver o uso do Microsoft Office. Contudo, como o Drive é gratuito, online e permite colaboração de forma simples ele acaba sendo o mais comum. 

Porém, não menospreze o conhecimento em Word e Excel.

 

Google Forms

Outra ferramenta do Google que também é gratuita! O Forms permite que sejam criados formulários e questionários.

Essa ferramenta é importante para a fase de pesquisa. Isso porque você terá que criar questionários para descobrir mais informações sobre sua audiência e criar um texto que cause mais impacto.

 

Evernote 

Esse aplicativo tem sua versão gratuita e paga, sendo o principal quando se trata de app para anotações.

O Evernote possui diversas funcionalidades que podem te ajudar no processo de copywriting. Por exemplo, você pode:

 

  • Salvar uma página da web que você achou super interessante e pode servir de ideia;
  • Fazer os resumos dos livros que você for lendo;
  • Anotações de aulas de cursos; e muito mais.

 

Algo que é muito importante para o seu dia a dia como Copywriter é conseguir achar suas referências o mais rápido possível. E o Evernote te possibilita isso.

 

Dicionário de Sinônimos

Pode parecer estranho, mas é algo fundamental no Copywriting. Saber sinônimos de palavras é algo fundamental para um bom texto.

Nesse sentido, Rafael Albertoni enfatiza que “ler um texto com palavras repetidas pode ser muito cansativo”. Contudo, nem sempre sabemos ou lembramos todos os sinônimos de todas palavras.

Um dos principais sites que podemos utilizar é o Sinonimos.com. Rafael também dá a dica de usarmos um Word Counter.

Essa ferramenta permite analisar quantas vezes cada palavra foi utilizada. Desta maneira, conseguimos evitar a repetição. No Google há vários sites que fazem isso, recomendo esses dois que são gratuitos:

 

 

Ferramentas de Marketing

Cada empresa utiliza uma ferramenta para automatizar suas ações de Marketing. De todo modo, a principal coisa que você precisa aprender é e-mail marketing.

A maioria das oportunidades de copywriting irá pedir que você conheça essas ferramentas. Automação de marketing também é importante, como para publicar copies em redes sociais.

São vários softwares disponíveis no mercado, como:

 

  • MailChimp
  • HubSpot
  • RD Station
  • KlickMail
  • Mailee
  • E-goi 
  • ExactTarget – SalesForce

 

Essas são as principais utilizadas pelas empresas. Então, aconselho dar uma pesquisa sobre como elas funcionam.

Dessa forma, quando te perguntarem se você conhece tal software, não ficará boiando achando que o entrevistador está falando grego.

Enfim, não esqueça que só aprender ferramentas te fará ter sucesso como copywriter. Por isso, é preciso que você:

 

  • Seja disciplinado para estudar;
  • Ser extremamente curioso sobre tudo;
  • Desenvolver a criatividade para encontrar formas diferentes de impactar o leitor;
  • Ter autonomia e ser ágil nas entregas;
  • Desenvolver a habilidade de síntese;

 

Como é aplicado o Copywriting?

Copywriting se apoia em diversas técnicas e gatilhos mentais para atingir um resultado específico.

Dessa forma, toda copy precisa considerar os seguintes aspectos:

 

  1. Persona: saber com quem o texto irá falar;
  2. Comunicação: qual é a abordagem, o tom de voz e linguagem que serão adotadas;
  3. Títulos de impacto: sem um título que atraia a atenção, a pessoa dificilmente continua lendo o texto;
  4. Conexão: é preciso descobrir elementos que criem conexão com o leitor. Por exemplo, trazer situações do cotidiano dela, assim a pessoa sente que o texto foi escrito especificamente para ela;
  5. Verbos de ação: organizar o texto de forma que haja uso predominante dos verbos no imperativo. Dessa maneira, o leitor se sentirá compelido a tomar alguma ação;
  6. Comparações: analogias e metáforas são fortes mecanismos para esclarecer ideias, demonstrar valor e as vantagens;
  7. Credibilidade: uso de citações, dados e pesquisas para corroborar seus argumentos e aumentar o nível de confiança no que você diz;
  8. Quebrar objeções: como copywriter você terá que descobrir quais objeções a pessoa irá ter ao ler seu texto. Com isso, já se antecipar e quebrá-las no próprio conteúdo;
  9. Gatilhos mentais: como reciprocidade, prova social, afeição, autoridade, coerência e escassez. Tudo isso em conjunto dentro do copywriting levam as pessoas serem persuadidas e tomarem a ação desejada.
  10. Storytelling: todo mundo gosta de uma boa história. Há diversas técnicas para envolver a pessoa no texto e fazê-la vivenciar a informação.
  11. Coloquial: escrever como você fala. Desse modo, o texto fica mais leve, natural e gostoso de se ler.
  12. Foco: é preciso de cuidado e não sair do foco de sua copy. Isto é, dar ênfase ao tópico principal.

 

Tudo isso é aplicado dentro do Copywriting de forma simultânea. E você será a pessoa capaz de utilizar todas essas técnicas e outras referências para gerar o melhor texto.

Mas, lembre-se, isso não acontece de hora para outra. Por isso, estudar diariamente é fundamental. Logo, se quer ser capaz de usar tudo isso no texto e trazer resultado, o curso de copywriting da Aldeia irá te guiar.

Como o copywriting é aplicado.

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Etapas de implementação da estratégia

Um projeto de Copywriting precisa passar por várias etapas, sendo as mais comuns:

 

  • Planejamento: estudo de persona, oferta, canais, estratégia de comunicação, objetivos e desenvolver o funil de vendas;
  • Escrita: criação de todo o conteúdo escrito de forma original e de impacto, buscando gerar os resultados esperados;
  • Otimização: para obter melhores resultados as páginas precisam ser otimizadas para os mecanismos de busca e melhorar a experiência do usuário;
  • Análise: não podemos ser ingênuos e pensar que ao lançarmos a campanha tudo está perfeito. Avaliar dados também estará na sua rotina para identificar pontos de melhoria em suas copies.

 

Nesse sentido, uma estrutura comum para uma boa copy é composta por 4 elementos:

 

  1. Atenção: uma frase impacto que chame a atenção do usuário
  2. Problema: falar do problema da pessoa, como “empresa X está com problemas em atendimento ao cliente”
  3. Solução: descrever como essa “empresa X” resolve o problema, por exemplo “precisa de uma plataforma de serviço ao cliente”.
  4. Oferta: apresentar sua oferta, no sentido de falar “nós somos uma plataforma de atendimento ao cliente, clique aqui para conhecer”

 

Vagas Copywriting: há espaço no mercado para Copywriters?

Mercado de trabalho para copywriting.

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Sem uma boa copy o negócio pode até ter vendas razoáveis. Mas, as empresas precisam de você para atingir o faturamento tão desejado.

No mundo de lançamentos digitais, os negócios precisam de profissionais capacitados para criarem o texto perfeito que fará o 6 em 7 — jargão utilizado para falar de lançamentos que faturam R$ 100 mil em 7 dias.

A pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2017-2021 mostrou que o investimento em mídias digitais crescerá 12% até 2021. Esse crescimento supera os valores de qualquer outro meio de publicidade.

Ademais, lembra que te falei que você como copywriter está em todas etapas do Funil de Venda? Então, reforço aqui que sua relação com Inbound Marketing é forte. No caso, você entra em ação quando o assunto é converter o lead.

E veja que dado interessante: uma pesquisa da mLabs descobriu que 63% dos entrevistados pretendem investir mais no Inbound marketing. Há outros 10% que vão começar a adotar a estratégia neste ano.

Gráfico de metodologias do marketing mais usadas

Ou seja, tem muito mercado e nesse ano ele vai crescer ainda mais. Por conta da pandemia, o crescimento do comércio eletrônico alavancou com força. 

De fato, nesse período as vendas virtuais aumentaram quase 70%, batendo a marca de 105,6 bilhões de pedidos, segundo a Abcomm

A Associação também observou que 135 mil lojas adotaram o e-commerce para continuarem vendendo.

Isto é, a internet possibilitou que os negócios expandissem as vendas e sobrevivessem. Contudo, a concorrência é maior agora é maior — agora a loja tá competindo em um mercado nacional e internacional. 

Por isso, cada vez mais será necessário um bom copywriting. Afinal, somente com um texto persuasivo e de qualidade para destacar um produto nesse mar de ofertas.

Ademais, Paulo Maccedo explica que há três tipos de profissionais, ou caminhos, de copywriting que você pode escolher:

 

  • Copywriter de agência: trabalhar para uma agência, tendo um salário fixo e sendo exposto a um ambiente super criativo e a vários projetos;
  • Copywriter corporativo: fará copywriting exclusivamente para uma única empresa e sendo responsável por toda copy dela, também com salário fixo;
  • Freelancer ou autônomo: trabalhar diretamente com clientes, podendo ter negócio próprio. Aqui seu ganho será variável (podendo ganhar muito) e você precisará lidar também com todos os processos administrativos e prospecção de clientes.

 

O Mercado de Copy está saturado?

Marcelo Braggion assegura que o mercado não está saturado. O especialista afirma que, apesar do enorme número de profissionais entrando, ainda não há copywriters experientes o suficiente

Ou seja, mesmo que haja muito profissional se dizendo Copywriter, não quer dizer que são todos especializados. Como sabemos que você, caro leitor, é um profissional dedicado e acima da média que terá nosso curso no currículo, não se preocupe.

Além do mais, segundo uma pesquisa da Neotrust, o mercado digital ganhou 5,7 milhões de novos consumidores em 2020. 

Ou seja, mais pessoas que as empresas querem conquistar e, esses negócios, precisam da sua ajuda para isso.

Quer conhecer as oportunidades para você? Conheça nossa plataforma SPTF

Ela é a iniciativa da Aldeia em mapear as melhores vagas da Nova Economia para você iniciar a carreira dos sonhos.

Vagas para copywriters.

Salários de Copywriter: Quanto ganha um profissional em 2021

Com base nos relatórios da Glassdoor, essa é a média salarial:

  • Salário Copywriter Junior: R$ 2.498,00
  • Salário Copywriter Pleno: R$ 4.651,00
  • Salário Copywriter Senior: R$ 20.000,00

Salários de copywriting em 2021

20 mil por mês com copywriting! Se você não estava convencido dessa carreira, acho que não restou mais dúvidas, não é?

Acredito que esse seja um dado que mostre como essa área é valorizada pelas empresas. Afinal, para ter sucesso na internet precisa de um bom texto para fazer as pessoas comprarem.

Digo isso, pois, se não fosse uma área de grande impacto nos resultados, não seriam tão bem remunerados. Claro que você pode trabalhar como freelancer e ganhar ainda mais — porém, é muito mais instável e arriscado.

 

Transição de Carreira: quero ir para Copywriting, é possível?

Transição de carreira para copywriting

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Talvez você esteja pensando “eu já me formei e estou em uma área totalmente diferente, mas quero ir para Copywriting, o que eu faço!?” Calma. E se eu te disser que a transição é totalmente possível?

Veja o caso de Igor Castanho, que hoje é o coordenador de Marketing na Olist. Sua carreira até 2016 foi de jornalista. 

“Ah, mas de jornalista para copywriter é dois pulinhos”. Se você tiver prestado atenção nesse texto, já saberá que não é. Afinal, não é porque você sabe escrever bem, que será um bom vendedor.

Aliás, recomendo os seguintes conteúdos para você melhorar sua prática de vendas:

Vamos então pegar outro exemplo: Fernando Maia, que é hoje o Head of Growth na Valore Investimentos. Contudo, sua jornada começou em áreas administrativas, como Departamento Pessoal e depois nas Forças Armadas, onde ficou por 6 anos.

Não está convencido(a)? Sabe o Marcelo Braggion que comentei? Hoje ele é Copywriter Chefe de uma das principais empresas de lançamentos digitais, a MR Lançamentos. 

Contudo, ele passou 9 anos sendo ferramenteiro de bancada na Volkswagen. Depois passou 8 anos como Coordenador Geral na Instituição Toca de Assis.

Apenas em 2011 que iniciou um caminho próximo do copywriting, como redator publicitário. Mas, o trabalho como copywriter viria apenas em 2014.

Marcelo é um grande exemplo de que é possível sair de um caminho totalmente diferente e chegar no Copywriting. Bem como é um exemplo contra o argumento “estou velho demais para mudar de carreira”.

Como esses três exemplos conseguiram fazer a transição de carreira? Cursos, muito estudo e escrever todo dia.

Por isso, vamos dedicar os próximos tópicos para te ajudar a dar os primeiros passos.

 

Como se tornar um copywriter: dicas para quem não tem portfólio e experiência

Como ser um copywriter profissional

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Rafael Albertoni, o fundador da SBCopy, apresenta 6 etapas importantes para você entrar nessa carreira:

 

1. Desenvolva sua habilidade de vendas

Albertoni enfatiza que uma empresa irá contratar avaliando se você entende sobre vendas. Por exemplo, se conhece sobre comportamento do consumidor, o que faz ele querer comprar, entre outros aspectos.

Por isso, o especialista recomenda estudar bem técnicas de vendas e o comportamento do consumidor. Dessa maneira, adquirimos um repertório poderoso de artifícios para fazer seus textos venderem mais.

 

2. Leia muito e não só sobre copywriting

Complementando o ponto anterior, Rafael diz que é essencial ler além do copywriting. Obviamente, no começo vá primeiro nos livros específicos.

Contudo, para ter resultados mais consistentes é preciso ler de tudo, como conteúdos “que são sobre como funciona a cabeça do ser humano na hora de comprar e tomar decisões”, afirma o especialista.

 

3. Quer ir rápido? Encontre um bom curso

Ler é fundamental, mas se você quer ser um profissional o quanto antes, escolha um bom curso.

De fato, aprender sozinho é totalmente possível. Porém, com o curso certo você consegue ter o resultado que você levaria vários meses.

Logo menos te daremos uma super dica sobre isso. 

 

4. Consuma o máximo de material de vendas de outras pessoas

Rafael Albertoni diz que para você desenvolver sua habilidade de copywriting é preciso consumir muito material de outros profissionais.

Dessa forma, você começa a entender melhor a estrutura de um texto que vende muito. Por isso, busque estar sempre analisando e estudando aquelas copies que estão tendo ótimos resultados.

 

5. E para conseguir clientes/trabalho? Crie um case!

Marcelo Braggion é bem direto nesse ponto: “se você não conseguiu criar uma Copy para se vender, temos um problema ai”.

Por isso, é importante você buscar criar uma carta de vendas e caprichar na sua apresentação nas vagas.

Albertoni indica até criar um material de vendas para alguém, podendo ser de graça, e que dê resultado. 

Também é possível que você seja o case de sucesso. Isto é, criando um infoproduto e colocando para vender. 

“Testa, faz várias vezes. Até você ter um case que mostre ‘olha esse cara aqui faturou 50 mil em 7 dias com o material de vendas que eu fiz’”, detalha Rafael.

 

Como aprender Copywriting

Como aprender copywriting

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Aprender sobre Copywriting precisa ser algo bem mão na massa combinando com muito estudo.

Isso porque para conseguir escrever persuasivos é preciso sempre treinar e aprender novas técnicas. Ou seja, não adianta ler todos os livros se você não escrever uma carta de vendas sequer.

Pode ser um processo lento, de várias horas de leitura, vídeos, palestras e vários rascunhos. Contudo, se quer ir mais rápido, um curso pode te acelerar.

Principalmente para quem está buscando entrar na carreira de Copywriter, passar por um treinamento de qualidade ajuda e muito a ser selecionado.

De todo modo, você precisa aprender:

 

  • As técnicas de persuasão;
  • Gatilhos mentais e storytelling;
  • Teorias de copywriting;
  • E-mail marketing;
  • Dominar o português;
  • Marketing Digital.

 

São tantas informações que pode ser bem complicado avançar na carreira rapidamente sozinho. Por isso, conte com ajuda de copywriters profissionais para te ajudar a ir mais rápido e pelo caminho certo.

Ademais, não esqueça de estar sempre consumindo material da sua área. Seja por podcast, como Podcast das Vendas Online e o MR Cast, palestras no YouTube, livros e muito mais.

 

Cursos de Copywriting

Cursos de copywriting

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Como mencionei antes, se você quer adquirir uma nova habilidade rapidamente, você precisa de um curso.

Afinal, é melhor contar com alguém com vasta experiência e conhecimento para te ajudar de forma estruturada e sem distrações.

Contudo, para evitar os cursos dos chamados “gurus”, Marcelo dá a dica: “olhe para o resultado da pessoa”. E aqui no curso de Copywriting da Aldeia você encontra professores que dão resultados diariamente!

Seus professores do curso são profissionais de empresas como PicPay, BuzzFeed e Olist — o Copywriting corre na veia deles.

Aliás, o conteúdo também é exatamente o que você está precisando para entrar com tudo na carreira de copywriter. Conosco você aprende:

 

  • O mercado de copywriting;
  • Essencial da profissão: saiba os segredos para entender do assunto;
  • Aprenda as teorias e termos que você precisa saber de cor e salteado;
  • Ferramentas e técnicas práticas;
  • Como encontrar trabalho, montar seu portfólio e arrasar no mercado.

 

Então, não perca tempo e se inscreva aqui.

Ah, já sei, você gosta de aula presencial né? Sem problemas! Lembra que te falei que o copywriter também atua em conjunto no Marketing de Conteúdo?

Então, nosso curso de Copywriting e Marketing de Conteúdo em Curitiba é para você! Aqui você aprende a criar estratégias para produzir textos e materiais ricos para atrair o público e multiplicar os resultados.

 

Livros para Copywriters

Livros de copywriting

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Copywriting: o método centenário de escrita mais cobiçado do mercado americano — Paulo Maccedo

Esse é um livro denso e aprofundado, para servir como seu guia nos textos persuasivos.

Paulo Maccedo navega entre fatos históricos e escolas do copywriting, quanto explica as técnicas. Assim, a leitura é super agradável e contém muitos exemplos e cases de sucesso.

Aliás, Maccedo possui diversos livros na área, que você pode conferir todos aqui.

 

A fórmula do lançamento — Jeff Walker

A bíblia do marketing digital. Jeff Walker desenvolveu um método que ajudou muitos a faturar milhões na internet. 

Não é sobre copywriting em si, contudo você estará sempre atuando em lançamentos. Por isso, os conhecimentos desse livro são fundamentais para qualquer profissional que atue no mercado digital.

 

Previsivelmente irracional — Dan Ariely

Indicação de Rafael Albertoni: “essa é uma leitura essencial para quem quer saber mais sobre como funciona a nossa mente diante da comunicação e do marketing”.

A ideia do livro é que tudo é previsto pela comunicação e que nada é racional. Contrariando a ideia de que estamos escolhendo o que compramos.

 

O Poder do Hábito — Charles Duhigg

Um livro essencial para pensarmos sobre por que nós compramos alguma coisa?

Assim, ssa obra de Charles Duhigg, temos insights sobre como lidar com os hábitos da sociedade para gerar mais interesse e aplicar melhor as técnicas de persuasão.

 

Perfis de Copywriters famosos que você deve seguir

Perfis de copywriters para seguir

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Acompanhar o mercado e aprender com profissionais é uma ótima maneira de estar sempre atualizado. Então, confira nossa lista de perfis para você seguir:

 

Henry Mandelbaum: Head of Copy na PicPay, mas possui experiência de mais de 10 anos com grandes marcas em Portugal e no Brasil.

Camila Sá: atualmente Camila gerencia projetos editoriais do BuzzFeed Brasil, além de ser uma das cocriadoras do BuzzFeed Vozes. 

Beatriz Avallone: copywriter na Olist, possui mais de 10 anos no mercado de conteúdo para web.

Rafael Albertoni: ele é fundador da SBCopy, uma das maiores instituições de copywriting no Brasil. 

Paulo Maccedo: auto best seller e um grande professor de copywriting. Em seu blog você encontra muito conteúdo sobre a área.

Marcelo Braggion: copywriter chefe da MR Lançamento, Marcelo costuma ser bem direto em seus conteúdos. No canal da MR você encontra diversos trechos de palestra e seu podcast

 

Eventos de Copywriting: não perca esses.

Eventos de copywriting em 2021

Foto por Unsplash

Copywriting Conference (CopyCon) — 26 de março de 2021

A principal conferência internacional da área, CopyCon, deste ano, acontecerá em 26 de março. 

Você terá oportunidades de networking, sessões de perguntas e respostas e muito mais

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KopyFest — 18 de setembro 2021

A KopyFest é o principal evento de copywriting no Brasil e você não pode perder esse. Ele acontecerá em São Paulo e será uma imersão de 12 horas na arte da escrita persuasiva.

 

RD Summit

Ainda não há data e local confirmados por conta da pandemia. Contudo, no site você pode já fazer seu cadastro para ser notificado.

O RD Summit é um dos maiores eventos sobre Marketing e Vendas, com grandes nomes dando palestras e grandes oportunidades de networking.

 

Comunidades e grupos de Copywriting: quais as principais?

Comunidades de copywriting

Foto por Unsplash

Estar em contato com outros profissionais é uma boa maneira para aprender novas técnicas e compartilhar experiência. Por isso, conheça os dois grupos mais ativos para você participar:

 

  • Advertising Copywriting: são mais de 115 mil integrantes apaixonados por copy nesse grupo do LinkedIn.
  • Copywriting Brasil: para quem prefere o Facebook, esse grupo brasileiro possui mais de 19 mil copywriters trocando experiências. 
  • Copywriting Pro: esse grupo, apesar de poucos membros comparado os outros dois, tem uma comunidade bastante ativa e que se ajuda com feedbacks construtivos.

 

Comece com pé direito na sua carreira de Copywriter

Ficou interessado para entrar nessa carreira tão promissora? Saiba que a Aldeia pode te ajudar a conseguir seu tão sonhado emprego de Copywriter.

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Ao final dele, você terá o arsenal necessário para conseguir arrasar no mercado de trabalho.

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Além disso, iremos te conectar com as melhores oportunidades. Em nossa plataforma SPTF você poderá navegar entre as vagas abertas e se candidatar. 

Como você terá nosso curso no currículo, temos confiança que o recrutador ficará com os olhos brilhando.

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